- Um concurso escolar envolve os 13 municípios do Alto Douro Vinhateiro para pensar o território 25 anos depois da UNESCO o título de Património Mundial.
- Margarida Pinto, 13 anos, do 8.º ano, de Provesende, quer ser professora de história.
- Eduardo Claro, 14 anos, de Pinhão-Cel, pretende tornar-se jornalista.
- Ambos estudam no Agrupamento de Escolas Miguel Torga, em Sabrosa, e vão participar no desafio.
- O concurso desafia crianças e jovens da região a refletirem sobre a terra que herdaram e a que ambicionam para o futuro.
O Douro que os miúdos ainda vão escrever é o nome de um concurso escolar que desafia crianças e jovens do Alto Douro Vinhateiro a pensar o território 25 anos após a classificação da UNESCO.
Margarida Pinto, 13 anos, está no 8º ano e mora em Provesende; sonha ser professora de história. Eduardo Claro, 14, vive em Pinhão-Cel e quer ser jornalista. Ambos estudam no Agrupamento de Escolas Miguel Torga, em Sabrosa.
O objetivo do concurso é envolver os alunos na reflexão sobre o património, o território e o futuro da região. O tema faz lembrar a importância da UNESCO na leitura do Alto Douro Vinhateiro.
Participação e perspectivas
Os dois estudantes vão representar o agrupamento no concurso escolar, que reúne escolas dos 13 municípios da região. A iniciativa procura estimular novas perspetivas sobre a casa onde vivem e o que desejam para o futuro.
A organização envolve docentes e autoridades locais, que pretendem transformar o exercício em contributo para políticas locais de desenvolvimento sustentável e educação cívica.
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