- Portugal integrou a rede de aceleradores NATO DIANA, criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas de resiliência e segurança para 32 países.
- O acelerador nacional foi ativado pelo Instituto Pedro Nunes (IPN) de Coimbra, em parceria com a empresa pública idD Portugal Defence.
- As empresas selecionadas podem receber um financiamento inicial de 100 mil euros, com até 300 mil euros adicionais na fase de crescimento.
- A rede oferece acesso a mais de 200 centros de testes, participação em exercícios operacionais, apoio ao desenvolvimento de modelos de negócio e ligação ao Fundo de Inovação da NATO e a investidores.
- As áreas prioritárias incluem Inteligência Artificial, autonomia, cibersegurança, energia e propulsão, espaço e ciências afins; recentemente, Neuraspace e Connect Robotics foram selecionadas a nível nacional para a DIANA.
Portugal integrou uma rede de aceleradores da NATO criada para detetar e acelerar soluções tecnológicas voltadas para resiliência e segurança das 32 nações da Aliança. A informação foi anunciada pelo Instituto Pedro Nunes, de Coimbra, nesta segunda-feira.
O acelerador nacional foi ativado pela NATO DIANA, no âmbito de uma parceria entre a empresa pública idD Portugal Defence e o IPN, que passa a gerir o acelerador em território português.
Segundo o IPN, o órgão gestor, Portugal fica no centro do desenvolvimento de tecnologias emergentes de duplo uso, com forte aplicabilidade na Defesa. O IPN destacou a participação de empresas e startups no mercado global de defesa.
O IPN afirma que o acelerador português integra uma rede exclusiva de aceleradores da DIANA, acompanhando empresas nacionais no terreno e apoiando-as na internacionalização.
As startups selecionadas para os programas DIANA recebem um financiamento inicial de 100 mil euros, com possibilidade de até 300 mil euros adicionais na fase de crescimento. Há ainda acesso a uma rede de centros de testes e a exercícios operacionais.
Beneficiam de apoio no desenvolvimento de modelos de negócio, ligação ao Fundo de Inovação da NATO e contacto com investidores de capital de risco, segundo o IPN.
A ativação coincide com a seleção, a nível nacional, de startups incubadas no IPN para integrar a rede DIANA, nomeadamente a Neuraspace, em IA para gestão de tráfego orbital, e a Connect Robotics, em logística de entrega por drones.
As áreas prioritárias da DIANA incluem Inteligência Artificial, autonomia, sistemas de energia e propulsão, cibersegurança, novos materiais, ciências biológicas, infraestruturas críticas e espaço.
Com este marco, Portugal e o IPN unem laboratórios de I&D, a incubadora e a chancela da NATO, em parceria com a idD, para colocar a indústria de Defesa Nacional na linha da frente da inovação tecnológica global.
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