- O Metropolitano de Lisboa e a Infraestruturas de Portugal registaram 77 ocorrências de vandalismo este ano.
- As escadas rolantes são um dos alvos mais frequentes desse vandalismo e as reparações obrigam a mantê-las fora de serviço durante longos períodos.
- Desde 2024, as duas entidades já gastaram mais de meio milhão de euros na reparação dos estragos causados pelo vandalismo.
- O incidente envolve danos que, em alguns casos, obrigam à substituição de comboios.
O Metro de Lisboa e a Infraestruturas de Portugal (IP) registam 77 ocorrências de vandalismo este ano. Escadas rolantes são os alvos mais frequentes, e os danos obrigam a grandes interrupções de serviço para reparação.
Desde 2024, as duas entidades já gastaramm mais de 500 mil euros para reparar os estragos causados. Os custos refletem a recapitalização de infraestruturas e substituições de componentes danificados.
Contexto e impactos
Entre os incidentes, destacam-se ataques a escadas rolantes que obrigam a manter equipamentos fora de serviço durante longos períodos, provocando atrasos e alterações de itinerários para os utentes.
As autoridades responsáveis reiteram que as ações de vandalismo visam infraestruturas estratégicas, o que compromete a fiabilidade do serviço público e eleva custos operacionais. As causas exactas ainda estão a ser avaliadas pelas partes envolvidas.
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