- João de Sousa, antigo inspetor da Polícia Judiciária, já condenado por corrupção e por fabricar uma cena de crime no caso Rosa Grilo, tentou entrar na Operação Influencer como assistente.
- O pedido foi apresentado no âmbito do processo da Operação Influencer.
- O Ministério Público contestou a intenção, afirmando que o pedido visava interesses pessoais de João de Sousa.
- O juiz de instrução, Nuno Dias Costa, rejeitou o pedido.
João de Sousa, antigo inspetor da Polícia Judiciária, foi recusado para atuar como assistente na Operação Influencer. O facto ficou conhecido após o processo de instrução, em que o juiz de instrução Nuno Dias Costa rejeitou a entrada dele no processo.
A Procuradoria foi quem contestou a participação, alegando que a pretensão de Sousa visava servir interesses pessoais. O argumento foi utilizado para fundamentar a decisão de exclusão.
Condenado por corrupção e por ter fabricado uma cena de crime no caso de Rosa Grilo, Sousa pretendia manter ligação processual, situação que o MP considerou inadequada para o papel de assistente.
A decisão, tomada no âmbito do processo principal da operação, impediu a integração do antigo inspetor no corpo de assistentes, sem afectar o curso global das diligências já em curso.
Entre na conversa da comunidade