- Os Festivais Gil Vicente retornam a Guimarães, entre 4 e 13 de junho, como um dos polos de criação artística contemporânea em Portugal.
- A programação inclui espetáculos, encontros, formação e pensamento crítico, com foco em explorar os limites do teatro.
- A edição de 2026 aposta numa viagem entre herança, memória e futuro, não se limitando a apresentar peças.
- O público é convidado a acompanhar processos criativos e a refletir sobre o papel da arte na sociedade.
- A proposta incentiva novas formas de ligação entre criadores, comunidades e espectadores.
Os Festivais Gil Vicente abrem a edição de 2026 com a peça “Gatilho da felicidade” em Guimarães, entre 4 e 13 de junho. O evento regressa à cidade para uma programação que abrange teatro, formação e encontros, com foco na reflexão sobre juventude e futuro.
A iniciativa destaca-se pela vontade de apresentar não apenas espetáculos, mas processos criativos em curso e diálogo entre criadores, comunidades e público. A organização aponta para uma visão que cruza herança, memória e novas formas de relação com a arte.
Ao longo dos dias, o festival promoverá experiências que questionam os limites da cena contemporânea e estimulam o pensamento crítico sobre o papel da arte na sociedade. Guimarães volta a posicionar-se como centro de criação artística em Portugal.
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