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Museu francês apresenta queixa-crime por furto da banana artística de Cattelan

Pompidou-Metz denuncia furto de Comedian, banana de Maurizio Cattelan, avaliada em 5,8 milhões de euros; queixa-crime contra desconhecidos

Museu francês apresenta queixa-crime pelo furto da famosa banana artística de Maurizio Cattelan
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  • O museu Centre Pompidou-Metz, na França, denunciou o furto da obra provocatória Comedian, de Maurizio Cattelan, no fim de semana, e apresentou queixa-crime contra desconhecidos.
  • A obra, uma banana colada à parede, está avaliada em 5,8 milhões de euros e desapareceu segundo um segurança do museu.
  • O Pompidou-Metz já substituiu a banana e mantém o seu reabastecimento a cada três dias para manter o fruto fresco.
  • O museu justificou a queixa pela identidade do ladrão não ter sido identificada, o que impede diálogo. Este é já o segundo episódio deste tipo.
  • Em 2023 e 2024, a obra esteve envolta em controvérsia e ações públicas, mas até ao momento não há informações sobre o paradeiro da banana ou a identidade do(s) ladrão(ões).

O Centre Pompidou-Metz, no leste de França, informou o roubo da obra Comedian, de Maurizio Cattelan, neste fim de semana. A peça, uma banana colada na parede, desapareceu durante o período de abertura ao público. A instituição já apresentou uma queixa-crime contra desconhecidos.

A banana é substituída a cada três dias para manter o fruto fresco, e foi um segurança quem comunicou o furto no domingo. A obra está avaliada em 5,8 milhões de euros. O museu afirma que a identidade do autor não foi revelada.

O museu refere que o episódio não permitiu diálogo com o autor e que, por isso, foi apresentada a queixa-crime. Trata-se do segundo furto relacionado com a peça, que provoca debates sobre o conceito de arte.

Desdobramentos e contexto

Em julho do ano passado, um visitante comeu a banana; Cattelan disse ficar desapontado com o gesto. Nessa altura, o museu não avançou com ação judicial. O valor da obra tem aumentado desde a estreia, em 2019, na Art Basel, nos EUA.

A banana faz parte de uma instalação concebida para desafiar o valor da arte e o protocolo de instalação. Em 2024, uma versão da obra foi vendida por 5,8 milhões de euros a Justin Sun, que depois a comeu em Hong Kong, em ato público.

Não há informações sobre o paradeiro da banana nem sobre a polícia ou a identidade do(s) responsável(eis) pelo furto. O caso mantém-se em investigação.

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