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Vereadores do PS arguidos; Leitão diz que é mais grave ter vereadora acusada

Alexandra Leitão diz que manter os vereadores arguidos em funções é possível, sem pressão sobre Cintra e Madeira; Joana Baptista permanece no cargo

Alaxandra Leitão diz que o estatuto de arguido não representa qualquer impedimento jurídico ou ético
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  • Dois vereadores do PS na Câmara de Lisboa foram constituídos arguidos no âmbito da Operação Imergente: Sérgio Cintra e Carla Madeira.
  • Alexandra Leitão afirma que suspenderia o mandato se estivesse na posição de arguida, mas não pretende pressionar Cintra e Madeira; cada um deve avaliar as suas condições políticas.
  • Leitão mantém que não há obrigação jurídica ou ética de os obrigar a renunciar, cabendo a cada um decidir o seu futuro político.
  • Joana Baptista permanece no cargo, após o caso relacionado com refeições em Oeiras.
  • A dirigente socialista destaca que o estatuto de arguido não constitui, por si só, impedimento jurídico ou ético para o exercício de funções.

Os vereadores do PS da Câmara Municipal de Lisboa, Sérgio Cintra e Carla Madeira, foram constituídos arguidos no âmbito da Operação Imergente. A notícia chega dois meses depois de o caso tomar contornos relevantes para a câmara, envolvendo possíveis irregularidades no município. A confirmação foi anunciada pelos responsável pela investigação, com repercussão imediata na vida política local. Fonte: Público.

Alexandra Leitão, cabeça de lista do PS à Câmara de Lisboa, disse que suspenderia o mandato se estivesse na mesma posição de arguida. Contudo, negou pressionar Cintra e Madeira, afirmando que não cabe a ela impor medidas, cabendo aos envolvidos avaliar as suas condições políticas. A dirigente reiterou que não há impedimento jurídico ou ético para manterem funções, segundo a leitura atual da situação.

A líder socialista acrescentou que Joana Baptista, outra dirigente do PS relacionada com o executivo de Oeiras, permanece no cargo após o episódio relacionado com refeições, situado no território de Oeiras. Leitão reforçou que as decisões internas de cada elemento do grupo devem obedecer aos seus critérios, sem imposições externas.

Situação de Joana Baptista

Joana Baptista mantém as funções, com a administração local a indicar que o caso em Oeiras não implicou mudanças formais no seu cargo. Os últimos desenvolvimentos surgem num contexto de controlo político e de avaliação interna dentro do PS para a concelho. A liderança do partido em Lisboa sinaliza que manterá uma postura de monitorização permanente.

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