- Quinze escolas de Lisboa apresentam níveis de poluição acima dos valores recomendados pela Organização Mundial de Saúde em todas as análises da campanha da Zero.
- A campanha da associação Zero alerta para a exposição diária de milhares de crianças ao dióxido de azoto emitido pelo tráfego automóvel.
- A Zero defende medidas urgentes para reduzir a circulação de veículos junto aos estabelecimentos de ensino.
- Acácio Pires, da Zero, afirma que quase todas as escolas ultrapassam o que será o limite europeu a partir de 2030.
- Sem ações rápidas, Lisboa corre o risco de um nível generalizado de incumprimento das metas de qualidade do ar.
15 escolas de Lisboa apresentam níveis de poluição atmosférica acima das metas da OMS, segundo a campanha da Zero. O foco está no dióxido de azoto gerado pelo tráfego automóvel, que afeta diariamente dezenas de milhares de alunos.
A Zero sustenta que as leituras ultrapassam consistentemente os valores recomendados, o que suscita preocupação entre famílias e docentes. A associação insiste na necessidade de ações rápidas para reduzir a circulação junto aos estabelecimentos de ensino.
Praticamente todas as escolas monitorizadas estiveram acima do que deverá ser o limite europeu em 2030, segundo o responsável da Zero, Acácio Pires. O alerta é de que, sem medidas rápidas, Lisboa pode registar incumprimento generalizado.
Medidas e próximos passos
A Zero defende restrições à circulação em redor das escolas e investimentos em mobilidade sustentável. A definição de zonas de baixa emissão e melhorias no transporte público são apontadas como caminhos prioritários.
Autoridades locais e comunidades escolares ainda não anunciaram medidas específicas, embora haja pressão para ações coordenadas. O objetivo é reduzir a exposição diária de crianças a poluentes atmosféricos.
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