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Tartaruga Molly chega da Irlanda para se recuperar e regressar ao oceano

Tartaruga caretta caretta resgatada na Irlanda, com amputações, segue para o Algarve para reabilitação e será devolvida ao mar na sua origem, a Florida, apta

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  • Molly é uma tartaruga da espécie caretta caretta, com 120 kg, que veio da Irlanda para o Algarve aprender a viver na natureza e ser devolvida ao oceano.
  • Foi encontrada há mais de vinte anos na Irlanda com amputações nas barbatanas anteriores, e esteve num aquário irlandês até ser transferida para o Porto de Abrigo do parque Zoomarine, em Albufeira.
  • O animal é provavelmente natural da Florida, EUA, e passou a residir no Zoomarine desde que foi resgatado.
  • Um exame recente mostrou melhoria na mobilidade, levando o aquário irlandês a contactar o Porto d’Abrigo para a transferência.
  • O objetivo é que Molly recupere condições para regressar ao meio natural, identificando e caçando alimento; a devolução ao mar ocorre apenas quando estiver clinicamente apta, contribuindo para a população da espécie.

Molly, uma tartaruga da espécie caretta caretta, foi encontrada há mais de 20 anos numa praia da Irlanda com amputações nas barbatanas anteriores. A recuperação começou num aquário irlandês antes de seguir para o Algarve, com o objetivo de ser devolvida ao oceano.

No Porto d’Abrigo do Zoomarine, em Albufeira, a tartaruga de 120 kg recebe acompanhamento de uma equipa liderada pela bióloga marinha Isabel Gaspar. O parque recorre a profissionais locais e internacionais para a reabilitação.

A transferência para o Algarve surgiu após um exame veterinário irlandês. Constatou-se melhoria na mobilidade, o que levou a contactarem o parque algarvio para prosseguir com o programa de readaptação.

Progresso e objetivo de recuperação

O equipamento do Zoomarine prepara Molly com estímulos para que possa funcionar no seu meio natural. O retorno ao oceano acontece apenas quando estiver clinicamente apta para enfrentar o ambiente marinho.

O objetivo é que Molly aprenda a identificar e caçar o alimento necessário. Além disso, a bióloga ressalta a importância de regressar às praias de origem para contribuir para a sobrevivência da espécie.

Conclui-se que a devolução ao oceano depende da avaliação clínica contínua. Só se avançará para o retorno ao mar quando os especialistas entenderem que a tartaruga pode prosperar e manter as suas funções naturais.

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