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Rui Tavares pede integridade e transparência para governar após operação da PJ

Rui Tavares exorta integridade e transparência de quem ambiciona governar, após buscas da PJ a autarquias socialistas e suspeitas de corrupção

Rui Tavares
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  • Rui Tavares, porta-voz do Livre, afirmou que quem quer governar precisa de integridade e transparência face às buscas da Polícia Judiciária em autarquias socialistas.
  • As buscas realizadas na quinta-feira decorreram em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra, incluindo a sede do Partido Socialista, e resultaram em cinco detenções.
  • Tavares alertou que este tipo de caso pode beneficiar inimigos da democracia e pediu aos líderes do campo progressista que atuem com elevada seriedade.
  • O Livre coligou-se com o Partido Socialista em várias autarquias, incluindo Lisboa, uma aliança liderada por Alexandra Leitão, que poderá tratar de suspeitas de forma rápida e implacável, se necessário.
  • O Partido Socialista confirmou que as diligências envolvem um trabalhador do partido; o CM avança que um dos detidos é o assessor de imprensa Duarte Moral, numa investigação relacionada com suspeitas de corrupção e possível financiamento partidário ilegal.

Através de declarações à agência Lusa, Rui Tavares, porta-voz do Livre, pediu integridade e transparência aos políticos do campo progressista que ambicionam substituir o atual governo. O alerta surge na sequência da operação da Polícia Judiciária que envolveu autarquias socialistas, incluindo buscas na sede do PS em Lisboa e em várias câmaras e juntas de freguesia.

A investigação, que resultou na detenção de cinco pessoas, foca‑se na adjudicação de contratos públicos. Tavares destacou a importância de que eventuais suspeitas sejam tratadas com seriedade por quem pretende liderar o ciclo político, defendendo critérios elevados de conduta pública e atuação sem favorecimentos.

O Livre recordou que, em autarquias onde formou coligação com o PS nas últimas autárquicas, a gestão foi liderada por Alexandra Leitão, a quem o movimento confia capacidade de agir de forma rápida e, se necessário, implacável face a suspeitas. O porta-voz pediu igual prontidão à direção nacional do PS para esclarecer a situação.

No âmbito da operação, o PS informou que as diligências da PJ na sede nacional não estão relacionadas com o partido, mas com um trabalhador específico. Entre os detidos está Duarte Moral, assessor de imprensa do PS, e também está envolvida a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e o ex-presidente Miguel Coelho, segundo informações recolhidas pelo CM.

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