- Israel confirmou a morte de Mohamed Odeh, o quarto líder militar do Hamas abatido desde 7 de outubro.
- Odeh foi atingido no bombardeamento no bairro de Rimal, Gaza; morreram seis pessoas, incluindo a mulher e as filhas do militante.
- Odeh tornou-se líder das Brigadas Al Qassam há menos de duas semanas; o antecessor, Izz al-Din al Haddad, foi morto a 15 de maio, e Mohamed Deif, o chefe militar anterior, morreu a 13 de julho de 2024 em Mawasi; Mohamed Sinwar foi morto a 13 de maio de 2025 em Khan Younis.
- A morte ocorre num momento de aumento dos ataques israelitas na Faixa de Gaza.
O Exército de Israel confirmou a morte do novo líder militar do Hamas em Gaza, Mohamed Odeh, abatido num bombardeamento na cidade de Gaza. A operação ocorreu na sequência de ataques da manhã de terça-feira e envolve a ala militar das Brigadas Al Qassam. A Defesa israelita descreveu Odeh como o comandante da ala militar número quatro.
O bombardeamento teve lugar no bairro de Rimal, em Gaza, onde Odeh foi atingido e morreu no local. Segundo a imprensa qatarí, Al Jazeera, morreram ainda seis pessoas, entre as quais a mulher e as filhas do militante. A confirmação da morte foi emitida pelo Ministério da Defesa de Israel.
Odeh tornou-se líder das Brigadas Al Qassam há menos de duas semanas. Em 15 de maio, Israel já tinha eliminado o antecessor, Izz al Din al Haddad, num bombardeamento em Gaza. Em 13 de julho de 2024, o Hamas viu falecer Mohamed Deif, chefe militar há muito procurado, em Mawasi, no sul de Gaza. Em 13 de maio de 2025, foi morto Mohamed Sinwar, também no sul de Gaza.
Histórico de lideranças abatidas
A morte de Odeh ocorre num momento de intensificação dos ataques israelitas à Faixa de Gaza. As ações miram vários dirigentes do Hamas, levando a uma sequência de perdas no braço militar da organização.
As autoridades israelitas afirmam que as operações visam neutralizar capacidades de ataque do Hamas e responder aos ataques de 7 de outubro de 2023. O Hamas não confirmou de imediato as mortes, o que é comum em situações de alta volatilidade.
A evolução da situação mantém-se em aberto, com impacto humano relevante na população civil de Gaza e com repercussões regionais. Autoridades e analistas acompanham de perto o desdobramento das operações militares em curso.
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