- Uma denúncia anónima de 19 de dezembro de 2023 envolve Eunice Fonseca, diretora na Águas de Gaia, e mais seis funcionários da empresa municipal, agora entre os 13 detidos na operação ‘Águas Turvas’.
- A queixa sustenta um esquema de corrupção que incluía viciar concursos públicos para beneficiar o empresário António Santos Mota.
- O empresário é alegadamente responsável por contratos que, no total, superarão os oito milhões de euros.
- Segundo a denúncia, a diretora e os funcionários reuniram-se com o empreiteiro em Matosinhos, com jantares numa marisqueira, onde teriam surgido envelopes de dinheiro.
- A queixa descreve os envelopes como um gesto de “gratidão” de António Santos Mota pelos concursos atribuídos.
Uma denúncia anónima recebida a 19 de dezembro de 2023 revelou alegações de corrupção na Águas de Gaia. A queixa envolvia supostos envelopes com dinheiro entregues a funcionários, como gesto de gratidão pelo favorecimento de concursos públicos.
A notícia envolve Eunice Fonseca, diretora da empresa municipal, e mais seis funcionários. A denúncia indica que estão entre os 13 detidos na operação chamada Águas Turvas.
Os relatos apontam para um esquema que viciava concursos públicos para beneficiar o empresário António Santos Mota. O denunciado teria recebido contratos superiores a oito milhões de euros. A queixa descreve um encontro com o empreiteiro numa marisqueira em Matosinhos e a entrega de envelopes de dinheiro.
Desdobramentos
A investigação já envolve várias pessoas e decorre sob a égide da justiça. A denúncia original indica que a diretora e outros trabalhadores contribuíram para a tramitação de adjudicações, beneficiando o empresário. Aguardam-se novos desenvolvimentos oficiais sobre o caso e sobre os impactos na empresa municipal.
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