- Um comboio atropelou 89 animais na zona de Montemor-o-Velho, causando a morte de parte do rebanho.
- A Infraestruturas de Portugal pediu indemnização aos proprietários dos animais, no montante de 26 mil euros por pastor responsável pelos rebanhos.
- A IP afirma que os pastores não tomaram as precauções necessárias para evitar o atropelamento na linha ferroviária.
- Os pastores contestam a responsabilidade, levantando a possibilidade de falhas da própria infraestrutura ferroviária.
- O caso está a ser analisado pelas autoridades locais, com estudo de medidas para evitar incidentes semelhantes no futuro.
O comboio que atravessava a linha na região de Montemor-o-Velho atropelou 89 animais, resultando na morte de grande parte do rebanho. A Infraestruturas de Portugal (IP) está a avançar com uma indemnização aos proprietários, no valor de 26 mil euros por pastor responsável pelos rebanhos.
A IP sustenta que os responsáveis pelos animais não tomaram as precauções necessárias para evitar o atropelamento durante a passagem do comboio. O montante visa cobrir os prejuízos causados pelo incidente.
Os pastores contestam a responsabilidade, defendendo que a IP também tem responsabilidades na segurança da via. O caso gerou região de montos de controvérsia e debate sobre medidas preventivas.
Indemnizações e alegações
A indemnização de 26 mil euros por pastor foi fixada com base na avaliação dos prejuízos e na legislação aplicável aos atropelamentos de animais na via férrea. A IP mantém a posição de que os custos devem recair sobre os responsáveis.
As autoridades locais acompanham o caso e devem avaliar eventuais medidas para evitar novos atropelamentos na região. O incidente suscitou pedidos de reforço de fiscalização e de melhorias na sinalização.
A IP afirma manter a cooperação com os proprietários para uma resolução amigável, enquanto prossegue a verificação das responsabilidades envolvidas. O processo está a ser analisado pelas entidades competentes da zona.
Próximos passos
As autoridades irão determinar as medidas cabíveis para prevenir ocorrências semelhantes. A região deve acompanhar os desdobramentos e eventuais intervenções na linha férrea.
Para já, não foram divulgadas datas financeiras adicionais nem detalhes sobre a repartição dos custos entre os pastores. As informações oficiais devem esclarecer quem arca com quais encargos.
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