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Luiz Caracol homenageia José Mário Branco com versão de ‘Eu vi este povo a lutar’

Luiz Caracol lança uma versão de Eu vi este povo a lutar em homenagem a José Mário Branco, no dia do nascimento do artista, em parceria com Pedro Pity

Imagem usada no single de Luiz Caracol
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  • Luiz Caracol lançou uma versão de “Eu vi este povo a lutar” de José Mário Branco, em parceria com Pedro Pity, no dia em que Branco faria 84 anos (25 de maio).
  • A canção, originalmente escrita para o filme “A Confederação – o povo é que faz a história” (1977), foi regravada no duplo álbum “Ser Solidário” (1982.
  • A gravação tem um cariz pessoal, com arranjo elaborado, gravada na íntegra pelos dois, e mistura/masterização a cargo de Ivo Costa (Bateu Matou).
  • O cantor José Mário Branco é descrito como referência de resistência, cuja obra Caracol afirma ter moldado a sua forma de fazer música e de encarar a luta.
  • A estreia inclui ainda um texto de Pedro Branco, filho de José Mário Branco, e faz referência a outros trabalhos de Caracol, como a peça “Bazem de Gaza” (com Pedro Pity), de 2025.

Luiz Caracol lançou uma versão da canção Eu vi este povo a lutar, em homenagem a José Mário Branco, no dia em que o músico completaria 84 anos. A faixa, gravada em parceria com Pedro Pity, surge como uma leitura pessoal desta peça originalmente criada para o filme A Confederação – o povo é que faz a história (1977).

Para Caracol, José Mário Branco permanece uma referência essencial pela sua capacidade de transformar resistência em música e poesia, aliada a um universo sonoro sofisticado. A nova interpretação foi feita com um arranjo elaborado e moderno, gravada por ambos e com a mistura e masterização a cargo de Ivo Costa.

O lançamento inclui também um texto assinado por Pedro Branco, filho de José Mário Branco e também músico, que descreve a versão como uma forma de integração da sua própria identidade na canção, mantendo o espírito da faixa original. A peça ganhou uma leitura mais pessoal, sem perder a força da letra e dos instrumentos da composição.

No historial de Luiz Caracol, esta é uma homenagem que se soma a uma discografia que inclui quatro álbuns: 9, Devagar, Metade e Meia e Ao Vivo no Namouche, este último uma revisita em palco aos trabalhos anteriores. A colaboração com Pedro Pity surge como parte de uma trajetória de reconversão musical e respeito pela memória de Branco.

Lançamento e bastidores

A operação de gravação contou com a participação de Ivo Costa, conhecido pela produção de outros projetos, que cuidou da mistura e da masterização para preservar a intensidade da interpretação. A escolha da data — o aniversário de Branco — reforça o caráter de homenagem e de continuidade da obra do artista falecido em 2019.

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