- O ex-curador da Casa da Cidadania e da Língua, José Manuel Diogo, foi a julgamento no Tribunal de Coimbra, nesta segunda-feira, com o arguido a não responder às perguntas dos juízes.
- Está acusado de falsificação de documentos no âmbito de um concurso público promovido pelo Município de Coimbra, para contratação de serviços de marketing com o objetivo de atrair investimento para o concelho.
- O concurso foi adjudicado à empresa israelo-americana Nirit Harel.
- Segundo a acusação, Diogo terá produzido documentação falsa para reforçar a candidatura, incluindo referências a campanhas e testemunhos ajustados aos critérios de avaliação do procedimento.
O julgamento de José Manuel Diogo começou nesta segunda-feira no Tribunal de Coimbra. O ex-curador da Casa da Cidadania e da Língua optou por não responder às perguntas dos juízes, durante a sessão inicial.
O arguido é acusado de falsificação de documentos no âmbito de um concurso público promovido pelo Município de Coimbra. O objetivo teria sido contratar serviços de marketing para atrair investimento nacional e estrangeiro para o concelho.
O concurso foi adjudicado à empresa israelo-americana Nirit Harel. Segundo o despacho de acusação, Diogo terá produzido documentação falsa para reforçar a sua candidatura, incluindo referências a campanhas e testemunhos ajustados aos critérios de avaliação do procedimento concursal.
A audiência decorreu no Tribunal de Coimbra e envolve ainda o Município de Coimbra como entidade promotora do concurso. O objetivo da acusação é demonstrar que as peças apresentadas pelo arguido tinham como finalidade favorecer a candidatura da empresa vencedora.
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