- Luís Serrano Mira, de Estremoz, adotou a agricultura regenerativa após perceber o desequilíbrio do solo causado por agroquímicos.
- Na Herdade das Servas, em Estremoz, os agroquímicos nunca entraram.
- Vindo de uma família alentejana ligada à viticultura desde 1667, fundou a projeto Herdade das Servas em 1998 e, em 2020, passou a viticultura biológica e, depois, regenerativa.
- Pelo terceiro ano, organizou o Regenerative Wine Fest na herdade, reunindo 15 produtores nacionais com palestras, provas de vinho e experiências gastronómicas.
- A Evasões entrevistou o produtor para perceber a importância desta forma de cultivar a terra.
Luís Serrano Mira é um defensor da agricultura regenerativa que começou a explorar este modelo de cultivo ao reparar o solo afetado pelo uso excessivo de agroquímicos. Na Herdade das Servas, estes químicos nunca entraram.
Oriundo de uma família alentejana ligada à viticultura desde 1667, Serrano Mira fundou a Herdade das Servas em Estremoz em 1998. Em 2020 passou a trabalhar com viticultura biológica e, depois, regenerativa.
Pelo terceiro ano, organizou o Regenerative Wine Fest na herdade, reunindo 15 produtores nacionais. O programa incluiu palestras, conversas de campo, provas de vinho e experiências gastronómicas.
Regenerative Wine Fest
A iniciativa tem como objetivo promover práticas de cultivo que repõem o solo e reduzam impactos ambientais. O evento reúne produtores de várias regiões, facilitando a troca de conhecimentos entre os participantes.
A edição deste ano contou com sessões técnicas sobre solo, compostagem e biodiversidade, além de provas orientadas e momentos de demonstração prática no campo. A organização destaca o interesse crescente pelo modelo regenerativo.
A Evasões descreve que, para Serrano Mira, a qualidade das uvas está diretamente ligada à saúde do solo. O produtor afirma que uvas mais saudáveis resultam em vinhos de melhor expressão e sustentabilidade.
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