- O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorski, pediu a proibição de entrada na Polónia do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, pela forma como tratou ativistas da flotilha Global Sumud.
- O anúncio foi feito por um porta-voz do ministério numa conferência de imprensa em Varsóvia, citando a posição do governo polaco.
- A Polónia já se juntou a outros países europeus — Países Baixos, Reino Unido e Espanha — que também aprovaram a proibição.
- De acordo com o porta-voz Maciej Wewiór, os cidadãos polacos detidos por Israel já foram libertados e estão a caminho do aeroporto na Turquia.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, pediu a proibição de entrada no país do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir. A solicitação surgiu devido à forma como Ben Gvir tratou activistas da flotilha Global Sumud. A conferência de imprensa ocorreu em Varsóvia.
O pedido foi anunciado por um porta-voz do MNE, que informou que Sikorski alinhou a Polónia com outros Estados-membro da UE que já adotaram a medida. A decisão envolve restringir a entrada do governante israelita no território polaco.
Segundo o porta-voz Maciej Wewiór, cidadãos polacos detidos por Israel já foram libertados e estão a caminho do aeroporto na Turquia. O anúncio não detalha o número de pessoas envolvidas.
Contexto europeu
Outros países europeus já tinham aplicado a proibição, incluindo os Países Baixos, o Reino Unido e a Espanha. A medida é parte de uma resposta a ações associadas aos ativistas da flotilha, que gerou críticas internacionais.
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