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Shaghayegh Moazzami, autora de Assombrada, é convidada do Maia BD

Festival Maia BD destaca a autora iraniana exilada no Canadá, com exposição sobre o Irão em guerra e debate sobre liberdade de expressão

Um pormenor de uma das obras da exposição Vozes do Irão: Desenhar pela Liberdade
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  • O Festival Internacional de Banda Desenhada Maia BD regressa ao Fórum da Maia nesta sexta-feira e decorre até domingo, com entrada livre e várias exposições e lançamentos.
  • A iraniana Shaghayegh Moazzami, exilada no Canadá, é uma das autoras em destaque na exposição Vozes do Irão: Desenhar pela Liberdade, dedicada a BD de artistas iranianos em guerra e no exílio.
  • O programa inclui 13 exposições, homenagens aos 50 anos da editora Fantagraphics e à obra de Filipe Duarte Pina, e a obra de Hermann Huppen, além de uma mostra sobre Os Lusíadas em Banda Desenhada.
  • Destaques de lançamentos e apresentações incluem Pasquale Frisenda com O Deserto dos Tártaros, Chloé Cruchaudet com Céleste e Proust (não presente no festival), e edições de Elric, Simone de Beauvoir e Strong, entre outras.
  • No domingo há uma sessão dedicada ao cosplay no Grande Auditório, das 17h às 19h.

O Festival Internacional de Banda Desenhada Maia BD regressa ao Fórum da Maia e decorre até domingo. O evento, organizado pela cooperativa A Seita, oferece entrada livre e apresenta lançamentos, exposições e workshops com autores nacionais e internacionais.

Entre os desta, destaca-se a iraniana Shaghayegh Moazzami, exilada no Canadá, que integra a exposição Vozes do Irão: Desenhar pela Liberdade. A mostra foca a banda desenhada do Irão hoje em guerra e o trabalho de artistas exilados.

Vozes do Irão e conversas

A curadoria é da luso-libanesa Safaa Dib, também presente com o livro Líbano, uma biografia. O conjunto de 13 exposições inclui obras de artistas de várias origens, articuladas ao redor de diversas temáticas geográficas.

O Maia BD assinala ainda 50 anos da editora Fantagraphics, homenageia Filipe Duarte Pina, autor português falecido em 2023, e o belga Hermann Huppen, que faleceu em março. Exposições associadas exploram a relação entre património e criação contemporânea.

Destaques de agenda

A exposição Os Lusíadas em Banda Desenhada reúne quatro artistas — Miguel Rocha, Daniel Silvestre, João Lemos e Rami Tannous —, com argumento de Pedro Moura. A apresentação aproxima Clássico de Camões do desenho moderno.

No sábado, os autores Julien Blondel e Didier Poli lançam na BD Maia os volumes três e quatro da série Elric: O Lobo Branco e A Cidade que Sonha. Pasquale Frisenda apresenta as aguarelas da adaptação de O Deserto dos Tártaros, coautoria com Michele Medda.

Outros lançamentos e presenças

A autora francesa Chloé Cruchaudet tem destaque com Celeste e Proust, ainda que não esteja presente no festival. Dawid apresenta Os Cabelos de Édith, com base numa sobrevivente de Birkenau. Julia Korbik e Julia Bernhard lançam Simone de Beauvoir: Quero tudo da Vida.

Entre os lançamentos de sábado contam-se Strong, antologia de curtas de manga de Kachisou, e Vizinhos, de Ana Bárbara Pedrosa e Nuno Saraiva. Ram V e Filipe Andrade promovem Rare Flavours: Uma Viagem aos Sabores de Rubin Baksh, pela Kingpin Books.

Encerramento e atividades dominicais

No domingo, destacam-se Heksa: A Bruxa, de Kasia Witterscheim e Xulm, e a apresentação da coleção Bursztyn de BD polaca pela editora A Seita. A sessão de A Fuga, de Paulo Caetano e Jorge Mateus, acontece às 15h30.

O evento encerra com o Grande Auditório a receber o Concurso Cosplay, previsto para as 17h. Helena Sá apresenta A Solidão do Ser, com uma exposição de originais que marca a passagem da premiada autora pelo festival.

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