- O ex-presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), Jorge Alves, foi acusado de infidelidade.
- É alegado que utilizou 4.558 euros da associação para despesas pessoais, incluindo vestuário, manutenção automóvel e combustíveis.
- A acusação veio após a nova direção do sindicato pedir uma auditoria às contas de 2017 a 2020.
- A auditoria indicou incongruências no montante total de 74.544 euros nas despesas do ex-presidente, mas o Ministério Público arquivou a maior parte das suspeitas, mantendo o foco nos 4.558 euros.
- A investigação criminal foi aberta após a auditoria solicitada pela nova liderança, presidida por Carlos Sousa.
O ex-presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), Jorge Alves, foi acusado esta semana de crime de infidelidade. A acusação sustenta que utilizou 4558 euros de fundos do sindicato para despesas pessoais, incluindo vestuário, manutenção automóvel e combustíveis.
A investigação começou depois de a direção que substituiu Alves, liderada por Carlos Sousa, pedir uma auditoria às contas de 2017 a 2020. A auditoria revelou incongruências nas despesas do antigo líder, no montante de 74.544 euros.
No inquérito-crime, o Ministério Público arquivou a maioria das suspeitas, mantendo apenas incongruências associadas aos 4558 euros inicialmente identificados. A acusação centra-se, assim, no uso de recursos para fins pessoais.
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