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Barreiro candidata-se a Capital Portuguesa da Cultura 2028

Barreiro candidatar-se-á a Capital Portuguesa da Cultura 2028, com apoio de personalidades locais e dotação de 1 milhão de euros, em 150 dias de desenvolvimento de propostas

Vhils tem estúdio no Barreiro
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  • O Barreiro vai candidatar-se a Capital Portuguesa da Cultura 2028; o executivo aprovou, por unanimidade, a declaração de base da candidatura, assinada pela comissão promotora.
  • A comissão integra nomes como o historiador José Pacheco Pereira, o artista Vhils, a vereadora Sara Ferreira e o presidente da Câmara, Frederico Rosa, entre outros representantes culturais e institucionais.
  • O objetivo é alargar ao máximo a rede de apoio local e envolver toda a comunidade cultural na candidatura.
  • O documento defende que a candidatura pode dinamizar o turismo, o comércio e o emprego nas indústrias criativas, além de reforçar redes entre atores culturais, entidades públicas, empresas e academia.
  • O Governo prevê uma dotação de 1 milhão de euros para a Capital Portuguesa da Cultura 2028, com candidaturas a submissão em até cento e fifty dias; o júri independente, presidido por Guilherme d’Oliveira Martins, irá avaliar as propostas e a vitória é anunciada a nove de dezembro, sucedendo Évora em dois mil e vinte e sete.

O Barreiro vai candidatar-se a Capital Portuguesa da Cultura 2028. O executivo municipal aprovou, por unanimidade, uma declaração-base para a candidatura, assinada pela comissão promotora.

A comissão inclui nomes como Pacheco Pereira, Vhils, Jorge Quintas e Carla Pacheco. Integram ainda a iniciativa José Pacheco Pereira, Alexandre Farto, Rui Dâmaso, Tim Ralston, Jorge Moniz e Jorge Cardoso. O Presidente da Câmara, Frederico Rosa, e a vereadora da Cultura, Sara Ferreira, presidem ao conjunto.

Segundo Frederico Rosa, o objetivo é alargar a rede de apoio local à candidatura. O autarca sublinha que a candidatura visa envolver toda a comunidade cultural do Barreiro, reconhecendo a competição com municípios de maior dimensão.

Sara Ferreira destacou que o Barreiro se diferencia pela história, indústria criativa e património, defendendo que o conjunto de parceiros pode sustentar a candidatura. A ideia é apresentar um projeto coerente e estruturante para a região.

O documento sustenta que a candidatura representa uma oportunidade para o Barreiro, a região e o país. A iniciativa pode atrair visitantes, dinamizar o comércio, a restauração e a hotelaria, gerando emprego ligado às indústrias criativas.

Paralelamente, a candidatura pretende reforçar a rede de contactos entre agentes culturais locais, regionais e nacionais, bem como modernizar espaços públicos e património. A visão é criar impacto cultural e económico a longo prazo.

A estrutura de apoio financeiro do Estado prevê uma dotação de 1 milhão de euros para a Capital 2028, idêntica às edições anteriores. O prazo para candidaturas é de 150 dias, conforme o Diário da República.

As propostas deverão ser apresentadas ao Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais. O júri independente, presidido por Guilherme d’Oliveira Martins, avalia qualidade, coerência e inovação.

A decisão final sobre a candidatura vencedora será conhecida a 9 de dezembro, sucedendo a Évora, Capital Portuguesa da Cultura em 2027.

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