- O vice-presidente da Mango, Jonathan Andic, foi detido na Catalunha e apresentado em tribunal como suspeito de homicídio na morte do pai, Isak Andic, ocorrida em Dezembro de 2024.
- A juíza fixing fiança de um milhão de euros, ordenou a entrega do passaporte e proibiu-o de sair da região; terá de apresentar-se semanalmente em tribunal.
- A família afirmou que não existem provas contra Jonathan e reiterou a presunção de inocência.
- Isak Andic, fundador da Mango, nasceu em Istambul e criou a empresa em 1984; à data da morte era presidente não executivo, com património líquido estimado em 4,5 mil milhões de dólares.
- A Mango, com sede em Barcelona e não cotada em bolsa, registou vendas de 3,8 mil milhões de euros em 2025; Jonathan e as suas irmãs detêm 95% da empresa.
Jonathan Andic, filho do fundador da Mango, Isak Andic, foi detido na Catalunha e apresentado em tribunal. A juíza indicou que o caso é um possível homicídio, fixando fiança de 1 milhão de euros e a entrega do passaporte. O réu ficou em liberdade após pagar.
A decisão inclui a obrigação de se apresentar no tribunal semanalmente e a proibição de sair da região. A defesa da Mango confirmou a cooperação de Jonathan, mantendo a presunção de inocência.
Jonathan Andic, 45 anos, chegou ao tribunal escoltado pela polícia, após ter sido interrogado numa esquadra. A audiência ocorreu em Barcelona, num caso que envolve a morte do pai, Isak Andic, em Dezembro de 2024, considerada inicialmente como queda acidental.
Detalhes do caso e contexto
A investigação investiga a possibilidade de homicídio na morte de Isak Andic, que caiu de um penhasco com mais de 100 metros de altura durante uma caminhada perto de Barcelona. O pai do empresário deixou o cargo de presidente não executivo da Mango antes de falecer.
A Mango, que não é cotada em bolsa, tem sede em Barcelona e registou vendas de 3,8 mil milhões de euros em 2025. Jonathan e as suas duas irmãs detêm 95% da empresa; Toni Ruiz, administrador desde 2020, detém 5% e tornou-se presidente do conselho em 2025, após a morte de Isak.
Reação e próximos passos
A família de Isak Andic afirmou, em comunicado, que não existem provas contra Jonathan e reiterou a presunção de inocência. O porta-voz da Mango não comentou oficialmente a detenção. Jonathan permanece sujeito a comparecer perante o tribunal de forma regular.
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