- O Supremo Tribunal de Justiça recusou o pedido de habeas corpus apresentado pelo GNR detido pela Polícia Judiciária a 16 de abril, considerando que o arguido não pode desconhecer os crimes.
- O militar é investigado por suspeitas de tráfico de substâncias anabolizantes e comercialização de fármacos sujeitos a receita médica, tendo ainda em casa armas e estupefacientes.
- Dois dias após a detenção, Sérgio Pinto, um dos cinco detidos, foi colocado em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional Militar de Tomar.
- A operação contou com a participação da Interpol e incluiu buscas no Estabelecimento Prisional da Carregueira (Sintra) e no Hospital das Forças Armadas (Lisboa).
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o habeas corpus apresentado pelo militar da GNR detido pela Polícia Judiciária a 16 de abril. O arguido é suspeito de tráfico de substâncias anabolizantes e de comercialização de fármacos sujeitos a receita médica. Em casa, foram encontradas armas e estupefacientes, segundo o jornal.
A operação contou com a colaboração da Interpol e incluiu buscas no Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Sintra, e no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa. São cinco os detidos no âmbito do processo, entre eles Sérgio Pinto, cuja situação processual foi alvo de decisão.
Dois dias após a detenção, Sérgio Pinto ficou em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional Militar de Tomar, por decisão da juíza de instrução criminal de Loures. O acórdão do STJ considerou inadequado o recurso de habeas corpus e esclareceu que não se trata de uma prisão ilegal.
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