- Centenas de manifestantes reuniram-se junto ao Wiener Stadthalle, em Viena, horas antes da final da Eurovisão de 2026, para protestar contra a participação de Israel, com bandeiras palestinianas.
- A marcha contou com áreas de segurança reforçadas, barreiras e patrulhas policiais, enquanto o cortejo se dirigia para a arena protegida.
- Organizações do protesto e oradores falaram numa praça próxima antes do desfile pelo centro da cidade, acompanhado pela segurança ao longo da semana da Eurovisão.
- O evento acontece num contexto de terceiro ano de polémica ligada à guerra em Gaza, com divergências políticas entre televisões participantes; houve boicotes de Espanha, Irlanda, Islândia, Eslovénia e Países Baixos.
- A União Europeia de Radiodifusão não suspendeu o canal público israelita KAN; as autoridades observaram as ruas abertas e acompanharam o desfile.
Centenas de manifestantes reuniram-se em Viena para protestar contra a participação de Israel no Festival Eurovisão da Canção 2026, marcado para a capital austríaca. O protesto ocorreu junto ao Wiener Stadthalle, poucas horas antes da final.
O cortejo, com bandeiras palestinianas e faixas, seguiu numa praça próxima, antes de avançar para a arena, sob barreiras e patrulhas policiais. A segurança ficou reforçada ao longo de toda a semana da Eurovisão.
A tensão associada ao conflito na Gaza persiste no evento, que já enfrenta três anos de polémica. Autoridades austríacas manteram as ruas abertas, acompanhando o desfile pelo centro de Viena com apoio de forças da Áustria e da Alemanha.
Protestos e contexto
A Eurovisão 2026 registou divergências políticas entre emissoras. Espanha, Irlanda, Islândia, Eslovénia e Países Baixos boicotaram o concurso, após a União Europeia de Radiodifusão manter o canal público israelita KAN.
Apesar da polêmica, os protestos em Viena tiveram menor afluência do que em Malmö (2024) e Basileia (2025). A 70.ª edição incluiu meias-finais a 12 e 14 de maio, antes da final de sábado.
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