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FAPAS alerta riscos para lince-ibérico com mudança de gestão

FAPAS alerta para riscos na gestão do Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico e pede plano de transição que preserve equipa

Associação refere dúvidas sobre a forma como está a ser conduzido o processo de transferência
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  • A associação FAPAS alertou para riscos da mudança de gestão do Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves, por decisões precipitadas ou processos opacos que podem colocar a espécie em risco.
  • O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) decidiu assumir a gestão do CNRLI, após mais dezasseis anos entregue a uma entidade privada, com a transição prevista para acontecer no final deste mês.
  • A FAPAS considera que a transferência sem diálogo aberto ou plano de transição claro pode afastar a equipa técnica e provocar a perda de conhecimento especializado.
  • A associação enfatiza o possível impacto no bem-estar dos animais em cativeiro, nos processos de reprodução e de reintrodução, e na continuidade do programa ibérico de conservação do lince-ibérico.
  • Pede esclarecimentos sobre a decisão, um plano de transição detalhado, continuidade da equipa atual, condições laborais justas e salvaguarda do programa ibérico.

A associação ambientalista FAPAS alertou na sexta-feira para os riscos da alteração da gestão do Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves. A mudança acontece após a decisão do ICNF de assumir a gestão, após mais de 16 anos de gestão por uma entidade privada. A transição deverá ocorrer no final do mês e não houve diálogo público amplamente divulgado, segundo a FAPAS.

A entidade sustenta que decisões precipitadas ou processos opacos podem comprometer a conservação da espécie em Portugal e na Península Ibérica. O CNRLI é descrito como um dos projetos mais emblemáticos de conservação, com equipa técnica de reconhecido currículo internacional.

A FAPAS teme o afastamento da equipa técnica especializada durante a transição e a possível perda de conhecimento acumulado. Observa ainda impacto no bem-estar dos animais em cativeiro, nos processos de reprodução e de reintrodução, e na continuidade do programa ibérico.

A associação pede ao ICNF e ao Governo esclarecimentos sobre os fundamentos da mudança, bem como um plano de transição detalhado. Requer a manutenção da equipa atual, condições laborais adequadas e a continuidade da cooperação ibérica.

Ações e compromissos

O texto da FAPAS também pede garantias de que o bem-estar dos animais será salvaguardado durante a mudança. A associação enfatiza a importância de estabilidade técnica para manter os resultados já alcançados.

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