Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cinco turistas italianos morrem enquanto mergulhavam nas Maldivas

Cinco turistas italianos morrem a mergulhar no Atol das Maldivas, Vaavu; quatro continuam desaparecidos e a investigação aponta para toxicidade do oxigénio e condições climáticas adversas

Atol das Maldivas - foto de arquivo
0:00
Carregando...
0:00
  • Cinco turistas italianos morreram a mergulhar no atol de Vaavu, perto de Alimathaa, nas Maldivas, a bordo do cruzeiro subaquático Duke of York.
  • O alerta foi dado por volta do meio-dia; o relatório de desaparecimento chegou às autoridades às 13h45, hora local, e apenas um corpo foi recuperado até ao momento.
  • As buscas continuam e a polícia abriu uma investigação para reconstituir a dinâmica do acidente; as autoridades consideram este o pior incidente de mergulho já registado nas Maldivas.
  • A expedição visava explorar grutas a cerca de 50 metros de profundidade; as moreiras enfrentavam condições climáticas adversas, com um alerta amarelo de mau tempo na zona.
  • Entre as vítimas estavam Monica Montefalcone, professora de Ecologia na Universidade de Génova, a filha Giorgia Sommacal, e Muriel Oddenino, investigadora, bem como dois instrutores de mergulho; as autoridades mantêm contacto com as famílias para assistência consular.

Cinco turistas italianos morreram nas Maldivas a mergulhar no atol de Vaavu, junto a Alimathaa. O grupo seguia a bordo do Duke of York, um cruzeiro subaquático operado por estrangeiros. O alerta foi dado por volta do meio-dia local e os mergulhadores não emergiram.

Até ao momento, apenas um corpo foi recuperado. O restante do grupo continua desaparecido, e as buscas permanecem em curso pelas autoridades locais. A polícia abriu uma investigação para reconstituir a dinâmica do acidente.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano, o grupo tentava explorar grutas a cerca de 50 metros de profundidade. As condições atmosféricas adversas e um aviso amarelo de mau tempo estavam ativos na zona.

Entre os tripulantes do Duke of York Safari estavam pessoas com experiência, possivelmente a operar no âmbito de um cruzeiro científico. Conferem-se os nomes da professora Monica Montefalcone, 51 anos, da Universidade de Génova, e da sua filha Giorgia Sommacal, 23.

Separadamente, estavam presentes Muriel Oddenino, investigadora da região de Turim, e os instrutores Gianluca Benedetti, 45, de Pádua, e Federico Gualtieri, 40, de Borgomanero. As autoridades consideram este o pior acidente de mergulho nas Maldivas.

As autoridades consulares mantêm contacto com as famílias para prestar assistência. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte, com várias hipóteses a serem avaliadas.

Alguns especialistas locais apontam para a possibilidade de toxicidade do oxigénio, que pode ocorrer quando a mistura respiratória não é adequada para profundidades elevadas. A análise das amostras permanece em curso.

Outros fatores considerados incluem as correntes fortes do Oceano Índico, que podem aumentar o risco em mergulhos profundos. Profissionais de mergulho reiteram que sessões a 50 metros exigem misturas específicas e controlo rigoroso de parâmetros.

O caso continua a motivar relato de especialistas que sublinham que entre os riscos em grutas a alta profundidade surgem com frequência, incluindo pânico, visibilidade reduzida e potenciais falhas na gestão de misturas. A investigação visa esclarecer o que ocorreu exatamente no fundo do mar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais