- A primeira exposição do Muzeu não cumpre todas as expectativas geradas.
- O Muzeu é uma iniciativa do empresário José Teixeira, da dstgroup, com vocação filantrópica para partilhar a sua colecção com a comunidade.
- O edifício é uma obra arquitectónica marcante, com boas áreas e adequada para uma instituição museológica.
- A cidade e os habitantes adoptaram o Muzeu de forma clara desde o seu lançamento.
- No dia da visita, quinta-feira, não havia cobrança de bilhete, e as salas estavam cheias de jovens a tirar selfies e de grupos de reformados a passear.
O Muzeu, nova instituição em Braga, abriu a primeira exposição com críticas de que não cumpriu todas as expectativas criadas. A apresentação inicial é marcada pela ambição de partilhar uma colecção privada.
O projecto é conduzido pelo empresário José Teixeira, da dstgroup, com uma vocação filantrópica evidente. O objetivo é promover a obra do proprietário não apenas na empresa, mas junto da comunidade urbana.
O edifício foi destacado pela arquitetura marcante e pela boa integração com o espaço museológico. No dia da visita, uma quinta-feira com entrada gratuita, salas ficaram cheias de jovens que tiravam selfies e de reformados que passeavam pelo espaço.
A dinâmica de acolhimento também foi assinalada, com a cidade a adotar o Muzeu de forma rápida e materialmente favorável, segundo observadores presentes. A equipa de gestão ainda não revelou dados de visitantes ou de actividades futuras.
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