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Cunhado de Leitão Amaro é alvo de buscas

A Polícia Judiciária faz buscas por suspeita de corrupção em contratos de aluguer de helicópteros de combate a incêndios; Cunhado de Leitão Amaro entre alvos

Um dos alvos visados é o cunhado do ministro da Presidência
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  • A Polícia Judiciária está a fazer buscas esta quinta-feira por suspeitas de corrupção em concursos de aluguer de helicópteros de combate a incêndios.
  • Um dos alvos é Ricardo Leitão Machado, cunhado de António Leitão Amaro, ministro da Presidência.
  • A empresa Gesticopter, sediada em Monfortinho, ganhou contratos para aluguer de helicópteros; o negócio terá sido fechado antes do cunhado entrar na empresa.
  • Autoridades suspeitam que o cunhado já controlava a empresa há muito tempo.
  • No ano passado, a PJ realizou buscas relacionadas com concursos públicos para combate a incêndios, com 12 arguidos; as suspeitas envolveram ligações da empresa ao irmão e ao cunhado de Leitão Amaro; o governante afirmou ter conhecimento dessas ligações e pediu escusa no Conselho de Ministros quando o tema foi discutido.

A Polícia Judiciária está a realizar buscas esta quinta-feira por suspeitas de corrupção em concursos de aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Um dos visados é Ricardo Leitão Machado, cunhado de António Leitão Amaro, ministro da Presidência.

As buscas concentram-se na empresa Gesticopter, sediada em Monfortinho, no distrito de Castelo Branco, que venceu contratos de aluguer de helicópteros. Os investigadores questionam se o controlo da empresa estava já presente antes da entrada de Leitão Amaro na organização.

Segundo a SIC Notícias, o contrato pode ter sido celebrado num momento em que o cunhado do ministro ainda não integrava a empresa, mas as autoridades suspeitam de uma influência prolongada. Não há, ainda, informação oficial sobre prisões.

No ano passado, a PJ já tinha efetuado diligências no âmbito de concursos públicos para combate a incêndios, num esquema que alegadamente lesou o Estado em vários milhões de euros. Doze arguidos foram eventualmente constituídos.

Na altura, o governante confirmou ter conhecimento de ligações familiares com uma empresa concorrente em concursos de incêndios e disse ter pedido escusa em reuniões do Conselho de Ministros quando o tema surgia. A situação motivou escrutínio público.

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