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A Providência, a Guitarra, Teresa e Madre de Calcutá marcam estreias da semana

Abertura em Roterdão com A Providência e a Guitarra, drama que cruza o século XIX com a Lisboa atual, onde a banda Desgraça enfrenta crise

A Providência e a Guitarra
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  • A Providência e a Guitarra abriu o Festival de Cinema de Roterdão, realizado por João Nicolau, a partir de um conto de Robert Louis Stevenson, com elenco que inclui Salvador Sobral, Manuel Mozos e outros.
  • Madre Teresa de Calcutá, interpretada por Noomi Rapace, passa-se em 1948 e foca sete dias da vida da Santa; realizado por Teona Strugar Mitevska, abriu a secção Orizzonti no Festival de Veneza.
  • Eagles of the Republic, thriller político de Tarik Saleh, encerra a trilogia do Cairo e integrou Cannes, explorando o poder, a corrupção e as liberdades civis.
  • A Dança das Raposas, drama de Valery Carnoy, acompanha um jovem pugilista em Cannes, distinguido com o Label Europa Cinemas e o SACD Prize no Directors’ Fortnight.
  • Iron Maiden: Burning Ambition celebra meio século da banda britânica, através de imagens de arquivo e testemunhos, reunindo referências como Javier Bardem e Lars Ulrich.

A presente semana traz uma série de estreias e estreias históricas que vão desde o cinema internacional até ao documentário nacional. As obras são apresentadas em festival e circuitos de sala, com foco em debates sobre artes, política e sociedade.

A Providência e a Guitarra abre o Festival de Cinema de Roterdão, onde compete como filme de abertura. Realizado por João Nicolau, o título parte de um conto de Robert Louis Stevenson e envolve atores como Pedro Inês e Salvador Sobral. A produção é de Sandro Aguilar e Luís Urbano, com roteiro de Nicolau e Mariana Ricardo.

Madre Teresa de Calcutá, com Noomi Rapace, centra-se em 1948, quando a missionária recebe autorização papal para deixar o convento e fundar a sua ordem. Dirigido por Teona Strugar Mitevska, o drama mostra o dilema entre a fé, a missão e a gestão de uma rede solidária global.

Ecos de cinema internacional

George Fahmy, ator egípcio, é forçado a colaborar com propaganda pró-regime. Tarik Saleh assina a realização de um thriller político sobre censura e liberdade de expressão, encerrando a trilogia do Cairo. O filme foi selecionado para Cannes e inclui atores como Fares Fares e Lyna Khoudri.

Camille, jovem pugilista, enfrenta lesões e censos de esforço num internato desportivo. O drama de Valery Carnoy, exibido em Cannes, aborda limites do corpo e pressão competitiva, com eixos em torno de treino, disciplina e vulnerabilidade.

Documentários e retratos nacionais

Soco a Soco acompanha a trajetória de Orlando Jesus, figura-chave do boxe em Portugal, desde os anos 70 até à formação de campeões. O realizador Diogo Varela Silva apresenta um retrato que conjuga carreira desportiva e vida cidadã. Prémios no Doclisboa refletem a valorização do filme.

Iron Maiden: Burning Ambition celebra meio século da banda com imagens de arquivo e testemunhos de nomes como Javier Bardem e Lars Ulrich. O documentário de Malcolm Venville analisa a influência da formação NWOBHM e o legado musical do grupo.

Desafios e trajetórias individuais

Forte, dirigido por Kirk Jones, narra a vida de John Davidson, desde a infância com Tourette até ao ativismo público. O drama estreou em Toronto e destaca o impacto da condição na inclusão social e na comunicação educativa.

A Danca das Raposas apresenta Camille, com discurso de juventude e competição. O filme ganhou reconhecimento em Cannes com o European Cinema Prize, destacando a visão de vida em Lisboa e nos bairros.

Animação e aventura

13 Jours 13 Nuits retrata a retirada de Cabul em 2021, com o comandante Mohamed Bida e Eva a tentar evacuar através do aeroporto. O thriller histórico, apresentado em Cannes, baseia-se em factos verídicos e aborda dilemas diplomáticos.

Obsession: Felicidade Relativa é um terror sobrenatural em torno de um artefacto que concede um desejo, desencadeando uma obsessão perigosa. O filme passou pelo Festival de Toronto e explora relações de dependência.

Tom e Jerry: A Bussola Perdida leva a dupla a um mundo desconhecido após acionarem uma bússola mágica. A animação, do realizador Zhang Gang, junta humor a fantasia numa odisseia de cooperação entre antagonistas históricos.

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