- O tribunal deferiu a providência cautelar apresentada pelos moradores do bairro social de Outeiro do Linhó, em Valongo, impedindo a demolição.
- Os idosos que tinham sido intimados a sair das suas casas vão ficar, afinal, a permanecer nelas.
- A denúncia foi feita pela associação Doa a Quem Doer.
- Os idosos eram pressionados pela câmara a abandonar as habitações; em vez dos contentores, propunham-se casas devolutas da própria câmara ou quartos de hotel onde não podiam receber familiares nem cozinhar.
- A notícia descreve situações de pressão exercidas sobre os moradores, com envolvidos diversos funcionários da câmara.
O tribunal deferiu a providência cautelar apresentada pelos moradores de um bairro social de Valongo, Outeiro do Linhó, impedindo a demolição. A decisão mantém os residentes nas suas habitações, suspendendo obras previstas.
Os idosos, que tinham sido intimados a abandonar as casas, vão permanecer no local. A medida visa assegurar a permanência das pessoas na atual infraestrutura, até que haja resolução definitiva sobre a situação.
A denúncia foi feita pelo Doa a Quem Doer, que acusa pressão exercida sobre os residentes por parte de funcionários da Câmara. Em princípio, foram apresentadas alternativas: casas devolutas da Câmara ou alojamento em contentores, com restrições de acesso a familiares e cozinha.
A notícia destaca ainda que, segundo os denunciantes, a pressão para mudar de residência ocorreu de forma constante. O tribunal, contudo, ficará a conhecer mais informações para a decisão final sobre o futuro do bairro.
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