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Projeto de 4 milhões reforça cooperação Portugal-Espanha no combate a incêndios

Projeto Firepoctep Avanza, com quatro milhões de euros até 2028, reforça a cooperação Portugal-Espanha na prevenção e resposta a incêndios, intervindo em cinco mil hectares

Incêndios
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  • O projeto Firepoctep Avanza, com financiamento europeu de quatro milhões de euros, visa reforçar a prevenção e resposta a incêndios entre Portugal e Espanha, intervindo em cinco mil hectares.
  • Liderado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, envolve 19 entidades portuguesas e espanholas, incluindo governos regionais, comunidades intermunicipais e universidades.
  • A iniciativa estende-se até 2028, com cerca de cinquenta ações de sensibilização e diversas oficinas, abrangendo o Centro, Norte e Algarve em Portugal e Galícia, Andaluzia, Estremadura e Castela e Leão em Espanha.
  • Prevê cooperação transfronteiriça, harmonização de procedimentos, exercícios conjuntos, capacitação de agentes locais e promoção de inovação tecnológica na resposta a incêndios.
  • O objetivo é melhorar a resposta transfronteiriça, preparar comunidades e aumentar a resiliência da paisagem frente aos incêndios, num contexto de riscos climáticos crescentes.

O projeto Firepoctep Avanza, com financiamento europeu de 4 milhões de euros, visa reforçar a prevenção e a resposta aos incêndios entre Portugal e Espanha. A iniciativa prevê intervir em 5 mil hectares e envolve 19 entidades ibéricas.

Apresentado hoje na Lousã, o projeto é liderado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC). Participam governos regionais espanhóis, comunidades intermunicipais portuguesas (incluindo Coimbra, Algarve, Ave e Alto Minho) e universidades dos dois países.

A cooperação estende-se a regiões portuguesas do Centro, Norte e Algarve e às regiões espanholas da Galiza, Andaluzia, Estremadura e Castela e Leão. A duração prevista é até 2028, com várias ações de sensibilização e oficinas.

Objetivos e Estrutura

O programa prevê cerca de 50 ações de sensibilização, além da intervenção efetiva em 5 mil hectares, repartidos por ações de gestão de terreno, prevenção e educação cívica. Estão planeadas atividades para várias regiões fronteiriças.

Entre as linhas de ação, destacam-se o reforço da coordenação transfronteiriça, a harmonização de procedimentos e a realização de exercícios conjuntos. Haverá também formação para agentes locais e uso de tecnologia na resposta a incêndios.

Ao longo do projeto, serão definidas zonas estratégicas de gestão, com corredores ecológicos e apoio às comunidades locais. O objetivo é melhorar a capacidade de resposta e a resiliência da paisagem.

Rui Ladeira, secretário de Estado das Florestas, reiterou a importância de uma atuação conjunta fronteiriça, sublinhando que os fogos não conhecem limites. O aumento climático exige atualização de estratégias e recursos.

O evento contou com a participação de representantes da CIMRC e autarquias locais, além de Nathalie Verschelde, da Comissão Europeia, presente por via remota. A cooperação mantém-se como prioridade regional.

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