- Três homens, entre 29 e 45 anos, foram detidos pela Polícia Judiciária em Beja por coação agravada, ofensa à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.
- A operação contou com a colaboração da Polícia de Segurança Pública, através da Diretoria do Sul.
- Os crimes teriam ocorrido na madrugada de 25 de fevereiro, nas imediações de Beja, visando expulsar as vítimas do local onde residiam; dois suspeitos entraram na residência e provocaram ferimentos, sendo que uma vítima foi atingida por disparo no membro inferior.
- A detenção foi precedida de diligências que resultaram em mandados de busca e detenção fora de flagrante delito.
- Os três homens saíram em liberdade após o primeiro interrogatório, com medidas de coação, incluindo proibição de contactos e apresentações trissemanais; a investigação continua para clarificar factos e possível participação de outros intervenientes.
Três homens com idades entre 29 e 45 anos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ) em Beja, no âmbito de uma operação que envolveu também a colaboração da PSP. Os suspeitos estão fortemente indiciados de ofensa à integridade física qualificada, coação agravada e detenção de arma proibida.
A detenção ocorreu na quarta-feira, em Beja, na sequência de diligências da Diretoria do Sul da PJ. Os factos remontam à madrugada de 25 de fevereiro, na área de Beja, com o objetivo de expulsar as vítimas do local onde residiam.
Segundo o comunicado da PJ, dois dos suspeitos, incluindo um com livre acesso à residência e anterior relação laboral com as vítimas, entraram no interior da casa e provocaram ferimentos. Uma das vítimas foi atingida por disparo, ficando com ferimentos no membro inferior.
A vítima baleada necessitou de tratamento médico e foi internada 15 dias num hospital. A PJ não detalhou o número de vítimas, idades ou motivação inicial dos factos.
Após diligências investigatórias, foram recolhidos elementos probatórios relevantes que fundamentaram mandados de busca e detenção fora de flagrante delito. Os três homens foram apresentados a interrogatório judicial e libertados com medidas de coação.
O juiz de instrução criminal impôs, entre outras, a proibição de contactos com as vítimas e testemunhas e a obrigação de apresentações trissemanais no posto policial da área de residência. O Ministério Público de Beja supervisiona o inquérito.
A investigação prossegue para esclarecer integralmente os factos, avaliar a possibilidade de intervenientes adicionais e proceder à recuperação de instrumentos do crime. A PJ mantém o inquérito em curso.
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