Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Seguro defende que Portugal tenha voz mais ativa na União Europeia

António José Seguro defende voz mais ativa de Portugal na União Europeia, marcando ponte com Brasil, África e América Latina e rejeitando a unanimidade em áreas estratégicas

António José Seguro
0:00
Carregando...
0:00
  • O Presidente da República, António José Seguro, defendeu que Portugal deve ter uma voz mais ativa na União Europeia.
  • O comentário foi feito no encerramento de uma conferência na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, sobre a adesão de Portugal às Comunidades Europeias.
  • Seguro afirmou que Portugal deve centrar a diplomacia e a política externa num projeto ambicioso para ser uma voz mais relevante em Bruxelas e manter o consenso interno sobre a pertença à UE.
  • O chefe de Estado destacou que Portugal é uma ponte ibérica para Brasil, África e América Latina, e que a Europa precisa diversificar as parcerias.
  • Alertou ainda que a Europa que hesita fica para trás e criticou a regra da unanimidade em domínios estratégicos.

O Presidente da República, António José Seguro, defendeu nesta terça-feira que Portugal deve ter uma voz mais ativa na União Europeia, afirmando que o país tem muito para oferecer.

No encerramento de uma conferência dedicada à adesão de Portugal às Comunidades Europeias, realizada na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, Seguro sublinhou a necessidade de uma política europeia coerente e de manter o consenso interno sobre a pertença à UE.

O chefe de Estado pediu que Portugal concentre a diplomacia e a política externa num projeto ambicioso, que o torne cada vez mais relevante junto de Bruxelas, na Bélgica.

Seguro sustentou que o país não é uma periferia, mas sim uma ponte entre a Europa, o Brasil, a África e a América Latina, destacando as ligações ibéricas como oportunidade estratégica.

O Presidente reiterou que Portugal tem mais a oferecer à Europa do que aquilo que, por vezes, admite publicamente, e que a política europeia começa em casa, com uma estratégia clara sobre o papel nacional.

Analisou ainda que Portugal e a Europa enfrentam desafios semelhantes e que a Europa não pode ser seletiva nem hesitante, sob risco de perder influência global.

Finalizando, avisou que a regra da unanimidade em áreas estratégicas é um luxo que a UE não pode continuar a consumir, defendendo maior decisão em temas-chave.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais