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Recurso no caso da grávida desaparecida na Murtosa decidido a 11 de junho

Recurso ao veredito de absolvição no caso da grávida desaparecida na Murtosa decide-se a 11 de junho no Tribunal da Relação do Porto, com MP a exigir 25 anos

Defesa de Fernando Valente pediu absolvição do arguido
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  • O recurso da condenação pelo Tribunal de Júri de Aveiro será decidido a 11 de junho no Tribunal da Relação do Porto.
  • O Ministério Público recorreu da absolvição de Fernando Valente, pedindo a condenação a pena máxima de 25 anos de prisão.
  • Os familiares da vítima também recorreram, solicitando um novo julgamento em Aveiro com outros juízes e jurados para condenar Valente a 25 anos.
  • A vítima, Mónica Silva, de 33 anos, estava grávida de sete meses e desapareceu na Murtosa na noite de 3 de outubro de 2023, depois de sair de casa para encontrar Valente, que sempre negou o encontro.
  • A defesa de Valente pediu a absolvição, sustentando a sua inocência.

O Tribunal da Relação do Porto vai decidir, a 11 de junho, o recurso de absolvição do arguido no caso da grávida desaparecida na Murtosa. A decisão foi anunciada pelo juiz-desembargador Pedro Afonso Lucas.

Fernando Valente foi absolvido da acusação de homicídio qualificado pela Vara de Aveiro, em 12 de julho de 2025, por falta de provas, mas o Ministério Público recorreu.

Os familiares da vítima, Mónica Silva, também apresentaram recurso, solicitando a condenação de Valente a 25 anos de prisão, via novo julgamento em Aveiro com outros juízes e jurados.

Mónica Silva, 33 anos, estava grávida de sete meses e desapareceu na noite de 3 de outubro de 2023, após sair de casa para encontrar-se com o arguido, em local ainda não confirmado; Valente sempre negou o encontro.

Defesa de Valente pediu a absolvição, sustentando a insuficiência de provas.

O processo permanece em fase de recurso, com a expectativa de que a decisão do Tribunal da Relação do Porto determine os próximos passos judiciais.

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