- Um projecto do Iscte, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação, coloca a habitação no centro dos processos de reinserção para prevenir reincidência criminal.
- A pesquisa defende condições habitacionais estáveis como base para facilitar a reinserção de pessoas que saem da prisão.
- O objetivo é ligar habitação a estratégias de integração social e redução de novas infrações.
- A imagem associada indica que a esmagadora maioria dos reclusos tem rendimentos baixos e instáveis, e muitos não tem família à espera à porta quando saem.
- O texto é assinado pelo PÚBLICO, com referência ao jornalista Paulo Pimenta.
O Iscte lançou um projeto, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC), que coloca a habitação no centro dos processos de reinserção de reclusos para prevenir a reincidência criminal.
O estudo analisa como condições habitacionais estáveis influenciam a transição após a saída da prisão, destacando a ligação entre espaço onde vivem, estabilidade económica e acesso a apoios sociais.
A investigação visa orientar políticas públicas e práticas de instituições prisionais e serviços sociais, com o objetivo de melhorar as perspetivas de reinserção e reduzir o risco de novo encarceramento.
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