- Quatro dos 14 agentes da PSP envolvidos no caso de torturas na esquadra do Rato, em Lisboa, ficaram em prisão preventiva.
- A decisão foi conhecida esta segunda-feira, depois de os arguidos serem presentes a juiz no Campus de Justiça de Lisboa.
- O Ministério Público tinha pedido prisão preventiva para quatro e prisão domiciliária para outros três.
- No início da investigação foram detidos 15 agentes da PSP e um civil; permanecem detidos 14 dos polícias, incluindo o irmão do cantor Nininho Vaz Maia.
- Os crimes eram gravados e partilhados em redes sociais, nomeadamente no grupo de WhatsApp “Grupo sem Gordos”.
Dois homens da PSP foram apresentados hoje no Campus de Justiça de Lisboa, mantendo-se quatro agentes em prisão preventiva no caso que envolve alegadas torturas e violações na esquadra do Rato, em Lisboa. As medidas de coação foram anunciadas após a audiência, pedida pelo Ministério Público.
O Ministério Público solicitou prisão preventiva para quatro detidos e prisão domiciliária para outros três agentes. No total, 15 agentes da PSP e um civil tinham sido detidos; no fim, permanecem detidos 14 polícias.
A investigação envolve gravadores de crimes que teriam sido gravados e partilhados em grupos de redes sociais, nomeadamente no grupo de WhatsApp denominado Grupo sem Gordos. Entre os arguidos está o irmão do cantor Nininho Vaz Maia.
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