- Um homem que se apresenta como inspetor da Polícia Judiciária tem enganado vítimas com alegadas multas e ameaças de prisão.
- O burlão usa várias identidades e liga como autoridade para exigir dinheiro ou informações pessoais.
- A vítima terá entregue 2.000 euros após ser informada de que precisava pagar para evitar a prisão.
- A Polícia Judiciária já identificou o suspeito, que foi detido na cidade de Lisboa, e investiga o caso.
- A PJ alerta que agentes de autoridade não solicitam dinheiro nem dados pessoais por telefone, sem confirmação prévia.
Um homem que se apresenta como inspetor da Polícia Judiciária tem burlado vítimas em várias regiões do país. Alegando autoridade, diz que as pessoas estão envolvidas em crimes ou que precisam pagar multas para evitar prisão.
O burlão, que se identifica como André Santos, utiliza diversas identidades e ligações telefónicas para pressionar as vítimas a entregarem dinheiro ou dados pessoais, sob ameaça de detenção ou outras sanções. Em cada caso, o objetivo é obter proveito económico.
A vítima contatada relatou ter recebido a chamada de um suposto inspetor da PJ exigindo o pagamento de uma multa de 2.000 euros para evitar prisão. O montante foi entregue pelo denunciante a um homem que se deslocou até à sua casa.
Alerta à população
A Polícia Judiciária (PJ) já identificou o suspeito e informa que foi detido na cidade de Lisboa. A PJ reforça que agentes de autoridade não solicitam dinheiro nem informações sensíveis por telefone ou sem presença física de um agente no local.
As autoridades recomendam que a população não forneça dados nem dinheiro a quem se apresente como autoridade sem confirmação prévia. Quem seja vítima de burlas ou tenha informações deve contactar as autoridades competentes e comunicar o caso aos serviços policiais.
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