- Pesquisadores trabalham numa vacina mRNA contra uma das variantes do hantavírus, após o surto a bordo do cruzeiro MV Hondius.
- Enquanto os antigos passageiros são monitorizados em vários países, investigadores procuram acelerar o desenvolvimento da vacina.
- A Organização Mundial da Saúde sublinha que não há motivo para pânico e que o risco de transmissão é baixo.
- a notícia foi publicada em 11 de maio de 2026, data de referência da reportagem.
Cientistas estão a trabalhar na criação de uma vacina de mRNA contra uma das variantes do hantavírus, após um surto registrado num cruzeiro. O evento envolve principalmente passageiros e tripulação do MV Hondius, com monitorização de antigos viajantes em vários países. Não há indicação de pânico, segundo a OMS, e o risco de transmissão é considerado baixo.
O surto ocorreu a bordo do navio durante a operação de cruzeiro, levando equipas de investigação a reunir dados sobre a variante detectada. Cientistas aceleram os estudos para uma solução vacinal, complementando as medidas de contenção já implementadas.
Conclusões preliminares apontam para uma transmissão contida, com vigilância marcada tanto a nível de contacto próximo quanto de contacto com ambientes de viagem. Autoridades de saúde reforçam que a situação permanece sob observação.
Desenvolvimento da vacina
A OMS ressalva que não existe justificativo para alarme público e que o desenvolvimento de uma vacina mRNA está ainda em fases iniciais. O objetivo é reduzir o risco de nova transmissão entre passageiros e equipas de cruzeiro.
Investigadores envolvidos destacam a importância de validar a eficácia da futura vacina contra as variantes identificadas. Enquanto isso, passageiros do Hondius permanecem sob monitorização clínica e epidemiológica em diferentes países.
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