- Claudia Galhós vai ser curadora da Bienal de Artes Contemporâneas BoCA de 2027, que ocorre entre Lisboa e Madrid.
- A sexta edição decorre de 8 de setembro a 10 de outubro de 2027, em teatros, museus, monumentos, cinemas e centros culturais.
- A curadoria sucede a John Romão, fundador do BoCA, que passou a dirigir artisticamente Évora — Capital Europeia da Cultura em 2027.
- A BoCA reforça a enrola como dispositivo central, convocando artistas a atuar fora dos territórios de reconhecimento onde o seu trabalho se stabilizou.
- A programação mantém foco nas artes performativas, visuais, música e cinema, com atividades paralelas como debates e oficinas, sobretudo em Lisboa, expandindo-se também a Madrid.
Claudia Galhós vai assumir a curadoria da Bienal de Artes Contemporâneas BoCA 2027, anunciou-se esta quarta-feira. A crítica de artes performativas fica responsável pela sexta edição da mostra, que decorrerá entre Lisboa e Madrid. O evento mantém o enquadramento de artes performativas, visuais, música e cinema, com atividades em teatros, museus, espaços culturais e, também, em espaço público.
A BoCA é uma iniciativa fundada por John Romão, até então o diretor artístico e impulsionador da programação. Romão saiu para a direção artística de Évora – Capital Europeia da Cultura 2027, abrindo espaço à nova curadora. A mudança integra a estratégia de reforço da BoCA como dispositivo de criação, com foco em artistas que atuem fora dos territórios de reconhecimento.
A programação da BoCA 2027 decorre de 8 de setembro a 10 de outubro, mantendo Lisboa como eixo principal. Madrid volta a acolher parte da mostra, fortalecendo laços entre instituições ibéricas. A edição anterior já tinha incluído Madrid pela primeira vez, ampliando redes e parcerias.
Novo eixo curatorial
A associação BoCA descreve a curadoria de Galhós como orientada para convocar artistas que atuem além dos circuitos habituais e reconhecidos. Além de escrever sobre artes performativas, Galhós já colaborou com festivais e programas de experimentação artística, contribuindo para o debate público sobre a criação contemporânea.
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