- A sardinha volta às lotas e mesas nacionais a partir de 4 de maio, com quota de 33.446 toneladas, 2,8% menos que em 2024.
- Para escolher, o brilho importa: peixe com tons vivos, olhos salientes, córnea transparente e pupila negra circular é sinal de frescura.
- Guelas bem vermelhas e cheiro a algas são positivos; odor a ranço, amoníaco ou azedume indica más condições de conservação.
- Leve saco térmico para transportar as sardinhas, para manter a temperatura; consuma no próprio dia ou no máximo no dia seguinte, no frigorífico mais fresco.
- Antes de confecionar, passe-as por água; lavar com água doce e fazer de seguida pode deixá-las mais moles e estragar o sabor.
Cinco truques essenciais para escolher e consumir sardinhas com qualidade já estão disponíveis para os consumidores. O brilho do peixe é um indicador de frescura, assim como os olhos devem aparecer salientes, com córnea transparente e pupila negra. Peixes com olhos opacos, côncavos ou com sinais de deterioração devem ser evitados.
Guelas vermelhas e cheiro a algas são sinais positivos; odor a ranço, amoníaco ou azedo indica possível más condições de conservação. Ao comprar, leve um saco térmico para manter a temperatura e evitar que as sardinhas se deformem durante o transporte.
Recomenda-se consumir no mesmo dia da compra ou, no máximo, no dia seguinte, mantendo-as na zona mais fresca da geladeira. Antes de cozinhar, lave as sardinhas em água apenas se necessário, pois lavagens adiadas podem comprometer o sabor.
Volta às lojas e quota nacional
A sardinha retorna às lotas e às mesas nacionais a partir de segunda-feira, 4 de maio. A quota é de 33.446 toneladas, menos 2,8% face a 2024, segundo o Jornal de Notícias. A disponibilidade aumenta, mas o preço pode refletir a redução da quota.
Fontes destacam a importância de conservar a frescura durante o transporte e de focar na recusa de exemplares com sinais de deterioração. A operação envolve o equilíbrio entre oferta sazonal e práticas de conservação para consumidores.
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