- Rosário Martins, arquiteta, tornou-se mãe aos 46 anos, em 2024, numa família monoparental.
- O filho Joaquim tem hoje dois anos de idade.
- O desejo de ser mãe começou aos 35, tendo passado 11 anos à espera.
- Em 2019, aos 40, recorreu à procriação medicamente assistida, mas interrompeu o processo por malformações no feto Francisco, resultando num parto.
- Depois de várias tentativas, incluindo uma procura de adoção sem êxito, encontrou uma via que conduziu ao nascimento de Joaquim.
Rosário Martins, arquiteta, tornou-se mãe aos 46 anos, em 2024, num quadro de parentalidade monoparental, com Joaquim, hoje com dois anos.
O desejo de ser mãe acompanhou-a ao longo da vida, tendo começado aos 35. Foram 11 anos de espera até o nascimento de Joaquim.
Em 2019, já com 40, tentou a Procriação Medicamente Assistida (PMA) e engravidou, mas o feto apresentou malformações, levando-a a uma interrupção da gravidez e ao parto dessa criança.
Nos anos seguintes procurou alternativas, incluindo a adoção, sem sucesso, até encontrar a possibilidade que resultou no nascimento de Joaquim em 2024.
Caminho até a maternidade tardia
A reportagem não detalha outras etapas da jornada, apenas indica que depois da adoção não realizada, surgiram caminhos que permitiram a chegada de Joaquim, hoje com dois anos.
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