- No Pingo Doce existem duas cozinhas centrais, em Odivelas e Aveiro, que distribuem para todo o país.
- No Continente, trabalha-se com cozinhas externas e há elevada fiscalização.
- Em comum, ambas as cadeias contam com chefs e nutricionistas para assegurar qualidade.
- A gestão começa na chegada dos ingredientes às cozinhas e vai até serem colocados nas prateleiras ou nos restaurantes.
- O objetivo é manter o controlo de qualidade ao longo de toda a cadeia de abastecimento.
Entrámos na cozinha do Pingo Doce para perceber como se produzem grandes quantidades de comida para o dia a dia das lojas, e visitámos também o restaurante Cozinha Continente para entender como chega ao consumidor. O objetivo é perceber a ligação entre produção e venda nas grandes superfícies.
No Pingo Doce, existem duas cozinhas centrais: uma em Odivelas e outra em Aveiro. Estas unidades alimentam lojas por todo o país, assegurando ritmo de produção e distribuição constante. O modelo combina cozinhas próprias com controlo de qualidade rigoroso.
No Continente, a atividade é apoiada por cozinhas externas e por uma fiscalização intensa. A gestão inclui chefs, nutricionistas e uma equipa dedicada a garantir padrões de qualidade desde a aquisição dos ingredientes até à colocação dos alimentos nas prateleiras ou nos espaços de restauração.
Em comum, os grupos mantêm um elevado controlo da qualidade desde a chegada dos ingredientes até ao consumidor final. Este processo envolve supervisão profissional, normas de higiene e verificação contínua de normas alimentares para assegurar consistência e segurança.
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