- O Plano de Ação para a Conservação do Lince-ibérico (PACLIP 2026-2030) pretende criar oito novos núcleos populacionais e definir uma nova área de reintrodução até 2030.
- Zonas potenciais para novas populações incluem a serra da Malcata, serra do Caldeirão e Monfurado.
- O plano estabelece limites de mortalidade por tipo de ameaça, com o objetivo global abaixo de 18,3%.
- Para enfrentar ataques a animais domésticos, estão previstas intervenções rápidas como cercas, dispositivos sonoros, iluminação com sensor de movimento e cães de guarda.
- Segundo o Censo de Lince-ibérico 2024, vivem 2401 linces em liberdade na Península Ibérica; Portugal acolhe actualmente 354 exemplares.
O Novo Plano de Ação para a Conservação do Lince-ibérico (PACLIP 2026-2030) visa criar oito núcleos populacionais adicionais e definir uma nova área de reintrodução até 2030. Este plano foi apresentado este sábado em Beja, a partir de propostas de expansão da presença da espécie na Península Ibérica.
Entre as zonas estratégicamente consideradas para novas populações estão a Serra da Malcata, a Serra do Caldeirão e Monfurado. O PACLIP também estipula limites de mortalidade por tipo de ameaça, com o objetivo global inferior a 18,3%.
Zonas propostas
Para enfrentar ataques a animais domésticos, o plano prevê intervenções rápidas. Soluções previstas incluem controlo com cercas, dispositivos sonoros, iluminação com sensor de movimento e cães de guarda.
Dados do censo e onde estão os linces
Segundo o Censo de Lince-ibérico 2024, existem 2401 lince-ibéricos livres na Península Ibérica, contando 1557 adultos ou subadultos e 844 crias. Portugal aloja atualmente 354 exemplares.
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