- O presidente da ADAEP, Luís Couto, afirma que há défice grave de profissionais no sistema prisional.
- Actualmente trabalham 2.700 guardas para 13.400 presos.
- Couto alerta que, mesmo passados os próximos 10 anos, não se chegará aos 5 mil profissionais necessários.
- A declaração foi publicada pelo Correio da Manhã.
O que aconteceu: diretores de estabelecimentos prisionais de Portugal alertam para uma grave escassez de profissionais no sistema prisional. A ADAEP aponta um défice acentuado entre trabalhadores disponíveis e a população prisional.
Quem está envolvido: Luís Couto, presidente da Associação de Diretores e Adjuntos de Estabelecimentos Prisionais (ADAEP), e os diretores de cadeias nacionais.
Quando e onde: as declarações foram feitas recentemente, referindo-se ao panorama atual do sistema prisional em Portugal, com base em dados de funcionamento das cadeias.
Porquê: o grupo diz que o país opera com 2.700 guardas para acompanhar cerca de 13.400 presos, o que coloca o funcionamento em risco e gera preocupações quanto à evolução do quadro nos próximos anos.
Desdobramentos: a ADAEP alerta que a falta de profissionais não se acaba a curto prazo e avisa que, sem investimento, os números indicam que a capacidade de staffing não vai acompanhar o crescimento da população prisional, projetando uma necessidade de até 5 mil profissionais no futuro.
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