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Parlamento rejeita armas não letais para seguranças privados

Parlamento rejeita acesso regulamentado a meios de defesa não letais por profissionais de segurança privada, após votação com maioria contra

Chega não conseguiu passar lei que permitia uso condicionado de armas pelo setor da seguranças privada
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  • O Parlamento chumbou um projeto que procurava regular o acesso a meios de defesa não letais para profissionais de segurança privada.
  • O Chega apresentou a iniciativa; foi rejeitada com votos contra de PSD, PS, Livre, PCP, Bloco de Esquerda e PAN e abstenções de Iniciativa Liberal e CDS-PP.
  • Apenas o Chega e o deputado único do Juntos Pelo Povo votaram a favor; o Chega ficou ainda com abstenção.
  • O projeto previa, além do acesso a meios não letais, a atribuição de subsídio de risco aos profissionais de segurança.
  • O Bloco de Esquerda propôs alterar a Lei nº 34/2013 para assegurar concursos públicos no setor respeitem plenamente o quadro legal e protejam direitos laborais dos vigilantes; a proposta foi rejeitada.

O Parlamento rejeitou nesta quinta-feira a proposta que permitia o acesso regulamentado a meios de defesa não letais para profissionais de segurança privada. O projeto, apresentado pelo Chega, ficou chumbado com votos contra de vários partidos.

De acordo com o Chega, a vigilância privada funciona como complemento às Forças de Segurança do Estado, atuando tanto no setor privado como em espaços públicos com acesso restrito. O partido defendia que estes profissionais não devem ficar sem instrumentos que salvaguardem a integridade física.

A proposta previa ainda a atribuição de um subsídio de risco aos técnicos de segurança. No debate, o Chega sublinhou a necessidade de proteção para quem desempenha funções de alto risco.

Votos e alterações em análise

Foi também votada uma proposta do Bloco de Esquerda para alterar a Lei que regula a atividade de segurança privada. A ideia era assegurar que os concursos públicos no setor respeitam integralmente o quadro legal para evitar práticas de dumping social e proteger os trabalhadores.

Para o Bloco, as medidas regulatórias são essenciais para definir condições de concursos públicos e salvaguardar direitos laborais dos vigilantes, incluindo a estabilidade financeira e a dignidade profissional.

O projeto do Chega foi rejeitado pelo PSD, PS, Iniciativa Liberal e CDS-PP. Votaram a favor o Bloco de Esquerda, o Livre, o PCP, o PAN e o Juntos pelo Povo. O Chega abstiver-se durante a votação.

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