Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Centro Islâmico da Madeira apresenta queixas ao MP contra dirigentes do Chega

Centro Islâmico da Madeira apresenta queixas no MP por difamação e ódio contra dirigentes do Chega, incluindo Francisco Gomes

Ilha da Madeira
0:00
Carregando...
0:00
  • O Centro Cultural Islâmico da Madeira apresentou várias queixas no Ministério Público por difamação e declarações de ódio feitas por dirigentes do Chega, entre os quais o deputado Francisco Gomes.
  • Francisco Gomes, eleito pela Madeira, afirmou que o CCIM é uma organização maligna, acusando a associação de parasite e colonizar.
  • O CCIM pediu parecer à Comissão da Liberdade Religiosa sobre as declarações de Francisco Gomes, do líder do Chega na Madeira, Miguel Castro, e do vereador do Chega na Câmara do Funchal, Luís Filipe Santos (agora independente).
  • A Comissão da Liberdade Religiosa concluiu que as declarações constituem crime de discriminação e incitamento ao ódio.
  • O presidente do CCIM afirmou que vai prosseguir com diligências dentro da Constituição e que há novos vídeos e informações falsas a serem esclarecidos.

O Centro Cultural Islâmico da Madeira (CCIM) apresentou várias queixas no Ministério Público por difamação e acusações de ódio proferidas por dirigentes do Chega na Madeira, incluindo Francisco Gomes, deputado eleito para a Assembleia da República.

O CCIM afirmou que Gomes veiculou afirmações discriminatórias e informações falsas sobre a associação que dirige. Em vídeo divulgado pelo parlamentar, este descreve o CCIM como uma organização maligna e acusa-a de parasitar e colonizar.

O pedido de parecer foi dirigido à Comissão da Liberdade Religiosa, questionando também declarações de Miguel Castro, líder do Chega na Madeira, e de Luís Filipe Santos, vereador eleito pelo Chega à Câmara do Funchal (agora independente). A comissão concluiu que houve discriminação e incitamento ao ódio.

Umair Tariq, presidente do CCIM, indicou que está a agir dentro das possibilidades constitucionais para esclarecer a situação, mencionando que surgem novos vídeos e informações falsas com regularidade. Disse ainda não saber quando terminarão as diligências.

Reações e perspetivas

Questionado, o líder do Chega, André Ventura, afirmou que não cabe à Comissão da Liberdade Religiosa tratar de crimes, defendendo que o Ministério Público ou as polícias devem fazê-lo. Ventura acusou uma tentativa de criminalizar o discurso em vez de promover o debate político.

A posição de Ventura foi recebida como parte de um debate mais amplo sobre liberdade de expressão e ações legais contra afirmações públicas de figuras políticas. Não houve, até ao momento, uma conclusão judicial anunciada sobre o caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais