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Quando a amamentação não é possível: como escolher opções

Quando a amamentação não é viável, a fórmula infantil deve aproximar-se do leite materno, assegurando proteínas, gorduras, lactose, micronutrientes e segurança

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  • A amamentação traz benefícios para o bebé e para a mãe, incluindo vínculo afetivo, desenvolvimento cognitivo e emocional, redução do risco de Síndrome de Morte Súbita do Lactente, infecções, refluxo e, futuramente, menor probabilidade de doenças crónicas.
  • Para a mãe, a amamentação pode ajudar a recuperar o peso pré-gravidez e reduzir o risco de cancro da mama e dos ovários, diabetes, hipertensão e enfarte.
  • Quando a amamentação não é possível, a solução é recorrer a fórmula infantil, com orientação de um profissional de saúde.
  • Ao escolher fórmula, o objetivo é que seja o mais próximo possível do leite materno, especialmente em proteínas, gorduras, lactose, micronutrientes, oligoelementos e probióticos, bem como a correta carga calórica e osmolaridade.
  • A confiança depende da segurança garantida por entidades competentes e da transparência das marcas na rotulagem e comunicação.

Ao não ser possível amamentar, é essencial conhecer opções seguras para a alimentação do bebé. O tema envolve benefícios da amamentação, situações em que não é viável e como escolher fórmulas infantis adequadas, com orientação profissional.

A amamentação traz benefícios para bebé e mãe, incluindo vínculo afetivo e redução de riscos de algumas patologias. Estudos apontam proteção contra Síndrome da Morte Súbita do Lactente e infecções. Também pode influenciar o peso e o desenvolvimento a longo prazo.

Para a mãe, implica recuperação do peso pré-gravidez e menor risco de cancros, diabetes e hipertensão. Contudo, quando amamentação não é possível, o profissional de saúde recomenda fórula infantil adequada, com base em avaliação individual.

Proximidade com o leite materno

Para Hugo Rodrigues, pediatra na Unidade Local de Saúde do Alto Minho, a fórmula deve aproximar-se da composição do leite materno. Importa avaliar proteínas, gorduras e lactose, bem como micronutrientes e minerais.

O especialista destaca a importância de oligossacáridos, probióticos e a biodisponibilidade de componentes. A carga calórica e a osmolaridade da fórmula também são fatores relevantes para a escolha.

Em casos seleccionados pode ser necessária uma fórmula com carácter terapêutico. A decisão deve ser ajustada ao caso particular, sempre com orientação de um médico.

Rigor e transparência

Segundo o médico, as entidades reguladoras asseguram a segurança das fórmulas. A orientação profissional ajuda a confirmar a adequação para cada bebé. A transparência das marcas, na rotulagem e informação, reforça a confiança dos pais.

A recalibração do acompanhamento é considerada fundamental para monitorizar a evolução do bebé. O objetivo é assegurar uma alimentação segura, estável e adequada às necessidades nutricionais.

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