- Após sete semanas de aumentos consecutivos, o cabaz alimentar começa a descer, ficando este semana em 258,52 euros, segundo a DECO PROteste.
- Desde o início do ano, o cabaz já aumentou 16,69 euros. Em 2022, o conjunto de 63 produtos custava menos 70,82 euros.
- O cabaz inclui carne, congelados, frutas, legumes, laticínios, mercearia e peixe.
- Na última semana (22 a 29 de abril), os cereais de fibra chegaram a 4,36 euros, a alface frisada a 2,69 euros e o pão de forma sem côdea a 2,59 euros, os maiores aumentos percentuais.
- Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos foram carne de novilho para cozer (13,04 euros/kg, 124%), couve-coração (2 euros/kg, 101%) e ovos (2,10 euros/kg, 84%).
O preço do cabaz alimentar desceu pela primeira vez em sete semanas, conforme revela a DECO PROteste em comunicado esta quarta-feira. O cabaz, que reúne 63 produtos, acolhe carne, congelados, fruta, legumes, laticínios, mercearia e peixe, e custa 258,52 euros nesta semana.
Desde o início deste ano, o cabaz aumentou 16,69 euros. Em 2022, o conjunto podia ser adquirido com 70,82 euros a menos. A DECO PROteste sublinha que a variação estatutária abrange os itens de alimentação básicos, acompanhando a evolução de preços de várias famílias de produtos.
Descida de preços nesta semana
Entre 22 e 29 de abril, os cereais de fibra subiram 16% para 4,36 euros, a alface frisada avançou 13% para 2,69 euros e o pão de forma sem côdea aumentou 8% para 2,59 euros. Estas oscilações destacam a volatilidade de determinados setores do cabaz.
Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos registados são na carne de novilho para cozer (124% para 13,04 euros/kg), na couve-coração (101% para dois euros/kg) e nos ovos (84% para 2,10 euros/kg).
Entre na conversa da comunidade