- Em 1 de janeiro de 2026 entraram em funcionamento centrals hidroelétricas de Alqueva e Baixo Sabor para o serviço de blackstart.
- Juntam-se às centrais de Castelo de Bode e Tapada do Outeiro, reforçando a capacidade de arrancar do zero sem rede externa.
- O blackstart permite reativar a eletricidade após um apagão sem depender da rede, mesmo isolando o país.
- A área da Grande Lisboa mantém-se vulnerável a falhas de energia, apesar do reforço de capacidade.
- Em caso de novo apagão, a recuperação da luz ocorreria mais rapidamente do que as 12 horas registadas no dia 28 de abril de 2025.
Desde 28 de abril de 2025 Portugal esteve às escuras durante 12 horasnum evento de blackout que sensibilizou autoridades e operadores. O regresso à normalidade levou tempo, com planos de resposta a falhas no sistema elétrico a serem revistos desde então.
A partir de 1 de janeiro de 2026, as centrais hidroelétricas de Alqueva e do Baixo Sabor juntaram-se a Castelo de Bode e à Tapada do Outeiro, tornando-se operacionais para prestar o serviço de blackstart. Esta capacidade permite arrancar o país do zero sem recurso à rede externa.
Com a atualização, Portugal passa a ter mais centrais disponíveis para reativar a energia após um apagão, potenciando uma recuperação mais rápida. No entanto, a Grande Lisboa continua considerada vulnerável perante falhas prolongadas.
A novidade reforça o desenho de resposta do Sistema Elétrico Nacional, ao nível de disponibilidade e coordenação entre centrais. A melhoria visa reduzir o tempo de recuperação em cenários de falha na rede.
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