- A Força Aérea Portuguesa explicou que o estrondo na Figueira da Foz, na segunda-feira, resultou de uma missão operacional de F-16M que ultrapassou a barreira do som.
- Em determinadas condições atmosféricas, como inversões térmicas, as ondas de choque propagam-se mais e podem parecer mais audíveis na superfície.
- Não houve qualquer situação de perigo para a população; a ocorrência foi pontual.
- A Proteção Civil municipal, inicialmente, afastou a hipótese de um avião de combate a passar a barreira do som e indicou que não houve vítimas nem danos, além de ter registado contactos infrutíferos quanto à origem.
- O Instituto Português do Mar e da Atmosfera recebeu várias chamadas, mas as redes sísmicas do continente não registaram abalos; a hipótese de explosão subaquática foi afastada.
A Figueira da Foz registou-se um estrondo audível na segunda-feira, ao final da manhã, devido a uma missão operacional de F-16M no âmbito da defesa aérea. A aeronave ultrapassou a barreira do som, com ondas de choque a propagarem-se pela região.
A Força Aérea Portuguesa explicou ao JN que a ocorrência foi pontual e não houve situação de perigo para a população. O objetivo da missão foi a defesa aérea, não havendo indicação de atividade hostil.
A Proteção Civil Municipal confirmou não existirem vítimas ou danos materiais. O órgão ouviu o barulho e sentiu a onda de choque, mas não conseguiu identificar a fonte inicial.
Contexto técnico
O IPMA indicou que recebeu vários contactos de bombeiros sobre o sucedido e que, no entanto, as estações sismológicas do continente não detetaram sinais relevantes. Condições atmosféricas, como inversões térmicas, podem ampliar a propagação das ondas de choque.
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