- Tiago Antunes diz ter sido vítima de cancelamento e afasta‑se da corrida à Provedoria de Justiça.
- A eleição para provedor de Justiça ficou aquém do necessário, com 104 votos a favor num total de 230 deputados; houve 86 votos brancos e 36 nulos.
- O próprio candidato afirma que só avançaria com um acordo alargado, que existia há cerca de nove meses entre os líderes do PS e do PSD, mas que não foi honrado.
- Alega ter sido alvo de uma campanha vil e de falsas acusações durante o processo, destacando o desrespeito de acordos e ataques ao seu bom-nome.
- Mantém-se na universidade a ensinar Direito e não descarta uma futura candidatura, com o PS em diálogo para avaliar uma nova possibilidade.
O ex-secretário de Estado Tiago Antunes afirmou ter sido alvo de cancelamento após o Parlamento não aprovar o seu nome para provedor de Justiça, mantendo-se fora da corrida. A posição de Provedor de Justiça permanece vaga.
Em artigo de opinião publicado no Expresso, Antunes disse que prefere manter-se afastado da candidatura, desejando que haja profissionais qualificados dispostos a servir a causa pública. Afirmou ainda que não conta com apoio para uma nova corrida.
A votação ocorreu há cerca de uma semana, com apenas 104 votos favoráveis entre 230 deputados, aquém dos dois terços necessários. O escrutínio foi secreto, resultando em 86 votos brancos e 36 nulos.
O candidato foi indicado pelo PS, após acordo com o PSD. Antunes mencionou que o acordo inicial, há cerca de nove meses, não foi honrado, o que, na prática, inviabilizou a sua eleição.
Para o próprio, o que mais o preocupa é ter sido alvo de uma campanha baseada em informações falsas. O texto não revela quem poderá protagonizar uma nova candidatura neste processo.
Antunes regressa à universidade, onde pretende continuar a lecionar Direito e a desenvolver a sua carreira académica, mantendo o compromisso com a sua trajetória profissional e com a função pública já exercida.
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